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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

AÇÕES DE MARKETING DE ALTO IMPACTO NÃO PRECISAM CUSTAR O OLHO DA CARA. NEM PRECISAM SE LIMITAR APENAS AO BOM E TRADICIONAL BOCA-A-BOCA


Pouco importa o tamanho da empresa, a localização geográfica ou o ramo de atividade. Em qualquer situação, o objetivo é sempre a conquista do cliente. O que varia são as estratégias de marketing usadas na luta pela ocupação de espaço. A regra vale tanto para multinacionais como Volkswagen ou GM quanto para uma loja de autopeças.

Segundo o consultor de soluções estratégicas e facilitador do Sebrae-SP Marcio Tadeu Aurélio, as pequenas levam vantagem sobre as grandes, desde que saibam com clareza aonde querem chegar. “Como normalmente o centro decisor de uma pequena empresa é seu dono, quando este toma a decisão por uma ação de marketing torna-se o condutor natural do processo e o exemplo para todos na organização”, diz Aurélio. Ele entende que essas empresas podem aplicar técnicas que inicialmente não demandam grandes investimentos, apenas exigem o aconselhamento de profissionais experientes, além de comprometimento, vontade e paciência.
Também o consultor Marcelo Miyashita, da Miyashita Consulting, salienta que ações de marketing de alto impacto e baixo custo são acessíveis a qualquer empresa, independentemente do porte. A exemplo de Márcio Aurélio, ele acredita que o processo é mais fácil nas empresas de pequeno porte. “Diferentemente das grandes, elas podem dar mais atenção ao cliente. Minha recomendação é que o empresário invista no que é competitivo para o pequeno comerciante, ou seja, no próprio estabelecimento e no atendimento”, diz Miyashita. Isto significa investir no marketing do ponto-de-venda, melhorar o merchandising e treinar melhor os colaboradores. “Treinados, eles poderão reproduzir um tratamento atencioso, cordial, próximo, responsivo e prestativo ao cliente. Não é necessário grande investimento”, garante. Para o consultor, basta o empresário trabalhar as pessoas como pessoas e não somente como empregados. “Práticas como liderança, gestão de pessoas, formulação de políticas claras de atendimento e revisão dos processos de serviços, orientação e treinamento funcional e gerencial tendem a dar muito mais resultado do que qualquer anúncio ou esporádicas campanhas publicitárias.”

Miyashita afirma que um erro muitas vezes cometido pelo pequeno comerciante é querer repetir as ações de marketing que os concorrentes maiores executam. O consultor acredita que, por melhor e mais inteligente que sejam essas ações, sempre faltará verba, estrutura e profissionais capacitados para a gestão de marketing. “É possível fazer melhor, com custos bem menores. Aproveite a vantagem de ser pequeno e ofereça um atendimento cuidadoso, diferenciado”, aconselha.

FOCO NO MERCADO
Autor do livro “Os olhos do dono engordam o lucro”, o consultor e palestrante Cláudio Raza, da Raza Consulting, defende a ideia de que o sucesso de um varejista depende principalmente da intensidade com que ele incorpora o conceito de varejo. Para Raza, esse conceito é uma orientação de gerenciamento que faz o varejista focar a satisfação das necessidades de seu mercado com mais eficácia e eficiência que seus concorrentes. Ele sugere a aplicação de uma abordagem sistemática de marketing para pequenas empresas. “O comerciante deve fortalecer aquilo que ele tem de melhor, destacando-se pela qualidade dos produtos e serviços oferecidos e pelo atendimento personalizado. Os custos variam de acordo com o tamanho do negócio, mas o impacto pode ser percebido de imediato.”

Já o publicitário Irineu Polesi, da Agência Polesi, recomenda que o comerciante defina claramente o perfil do público-alvo por sexo, idade, renda, escolaridade e hábitos de consumo; defina quem usa o produto, pelos mesmos critérios; e quem são seus concorrentes, seus próprios pontos positivos e negativos, suas ações de marketing e comunicação. “A partir dessas ações, ele pode definir um diferencial para o seu negócio e criar ou fortalecer canais de relacionamento com o consumidor, que podem variar de acordo com o ramo de atividade.” Para o varejo de autopeças, Irineu inclui entre as ações de alto impacto e baixo custo os sites de relacionamento (para ações de marketing viral), ações de e-mail marketing, a montagem ou compra de um banco de dados, e anúncios em jornais e revistas regionais. “Se a verba for pequena, faça anúncios menores, mas com maior frequência”, recomenda.

Tudo isso, porém, não exclui as ações de promoção de vendas para certas datas, como Dia das Mães, Dia dos Pais e o Natal, bem como as liquidações. “O ideal é fazer parcerias com fornecedores e outros comerciantes que não sejam concorrentes. Coisas como ‘nas compras acima de determinado valor, ganhe um jantar com sua esposa no restaurante X’.” O publicitário recomenda ainda o merchandising na própria loja e com parceiros: cartazes, displays, banners. “Também pode ser estudada a possibilidade de patrocínio de um time de futebol. No ramo de autopeças, o impacto é grande e o custo não é proibitivo.

Coca-Cola tem garrafas desenhadas pela grife Gianfranco Ferrè


A Coca-Cola lançou uma ação de marketing no mercado italiano uma série com garrafas criadas pela grife do estilista Gianfranco Ferrè, falecido me 2007. Os responsáveis pelo design luxuoso da coleção limitada foram os diretores criativos da marca, Tommaso Aquilano e Roberto Rimondi. Apesar de não serem projetadas pelo próprio Ferrè, as criações mantêm totalmente os traços do estilista.

São quatro garrafas de alumínio de Coca-Cola Light em texturas diferentes, lançadas no mercado europeu e em seguida, nos EUA. Não há previsão para a distribuição das garrafinhas no Brasil.

A parceria faz parte de um projeto que já teve embalagens criadas também pelo fashion designer Karl Lagerfeld.

Mundo do Marketing publica matéria sobre mobile marketing


Foi publicada, uma matéria no Mundo do Marketing que destaca o mobile marketing como uma área que vem ganhando grande relevância no mercado.

Segundo a matéria, nos últimos meses houve um grande aumento no lançamento de aplicativos para iPhone, games, promoções com pin codes SMS e bluetooth. A matéria cita empresas como Unilever, Cadbury, Nivea, Ford e Centauro que vem utilizando cada vez mais mobile marketing em suas ações.

Um dos destaques da matéria foram os aplicativos. Estes são vistos como uma boa ferramenta para empresas se aproximarem de seu público-alvo durante seu cotidiano. Além dos aplicativos, a matéria cita os mobile games por meio do qual as marcas se fazem presentes em um momento de distração e acabando sendo fixadas mais facilmente.

Também ganharam destaque as promoções com mecânica pin code sms que vem, aos poucos, representando o fim da utilização de cartas em promoções.

O conteúdo das ações tem grande importância e deve ter relevância para o consumidor. Por isso o envio de conteúdos praticamente customizados para os consumidores é outra estratégia que pode ser muito bem aplicada ao mobile marketing para aproximar marcas e clientes.

O crescimento da realização de ações mobile como estas é explicado por diversos motivos. Um deles é a popularidade que o tema vem adquirindo nos últimos meses. “As empresas estão aumentando o seu conhecimento sobre Mobile Marketing. Ainda estão na fase de entender o que é. Nos últimos seis meses vem acontecendo uma explosão. Assuntos como iPhone, aplicativos e 3G deixam o tema na cabeça dos anunciantes”, explica Marcelo Castelo, sócio-diretor da F.biz.

Além da popularização do tema, o comprometimento e organização das operadoras de telefonia móvel em relação ao mobile marketing também auxiliam esse crescimento. “Nitidamente as operadoras definiram estratégias mais claras, preços, formatos e contam com equipes dedicadas a tratarem de questões referentes ao Mobile Marketing. Isso traz um benefício enorme para o mercado”, aponta Xavier, da pontomobi.
Com o sucesso da App Store várias marcas como Nokia, Samgung, Blackberry, LG e o Google lançaram ou pretendem lançar em breve suas lojas. Este é outro fator que impulsiona o mercado de mobile marketing .

Um importante benefício na utilização de mobile marketing é a facilidade em mensurar as ações, a partir das mesmas ferramentas utilizadas na internet, e a possibilidade de enviar o conteúdo ideal para cada tipo de consumidor pode trazer, muitas vezes, mais retorno do que a web tradicional.

Por fim, a matéria mostra que agora cabe às empresas investirem em ações inovadoras e entenderem que o mercado de mobile marketing está em franca expansão. “Estamos tentando mostrar a importância do Mobile Marketing para os clientes. Todas as propostas da F.biz saem com planejamento web e mobile. É importante que as empresas tenham a visão de que são duas coisas integradas”, aconselha o sócio-diretor da F.biz.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Um pouquinho sobre nosso Cliente Loja de roupas de festas BADAUÊ



A empresa Moda Jovem Lima Jr Ltda-ME, conhecida pelo nome fantasia de Badauê (que na linguagem africana yorubá, significa: Lugar de felicidade).iniciou suas atividades em 1994, na cidade de Campinas, tendo como nicho inicial a venda de roupas casuais femininas.

Em Fevereiro de 2001 começaram a explorar um novo segmento do mercado, mantendo-o até hoje: comercialização de roupas de festa.
De 1994 á 2010, a empresa atravessou profundas transformações, sendo a principal delas a migração de empresa familiar para empresa share of mind.
Esta mudança de ares refletiu-se em crescimento. Hoje a Badauê conta em seu portfólio com mais de 1.800 clientes cadastrados, 70% deles alocados na cidade de Campinas, além de manter parcerias cada vez mais exclusivas com seus fornecedores.

A Badauê busca hoje um posicionamento mais moderno e dinâmico diante do seu público alvo e das mudanças cada vez mais exigentes do mercado de roupas de festas, diferenciando os produtos e serviços oferecidos em seus dois endereços.

O papel da mídia na prevenção

A mídia tem o papel de manter a população informada. A população, por outro lado, não deve se colocar como mera receptora passiva daquilo que é veiculado pelos meios de comunicação. Para tanto, é necessário que cada pessoa exercite sua atitude crítica, filtrando as informações recebidas, questionando-as, fazendo um contraponto e buscando, na opinião pública, uma opinião própria, particular, com a qual se identifique e na qual acredite. Porém, o que normalmente ocorre é o oposto. A mídia costuma distorcer os dados e descrevê-los incompletos. O público, de outro lado, acaba por recebê-los como descrição fiel da realidade.

Na área de drogas isso é bem visível. Há uma tendência a se abordar questões ligadas ao tráfico, à dependência e às drogas ilícitas. É claro que estes pontos devem ser discutidos, mas não como únicos e mais importantes, uma vez que o fenômeno das drogas não se resume a isto. Neste caso, é importante que se reveja a dimensão do assunto e a complexidade de fatores nele envolvidos, evitando-se posições unilaterais bem como formas de abordagem com manchetes e reportagens de cunhos alarmista e sensacionalista. O uso indevido que a mídia faz dos dados que obtém, revela uma preocupação muito mais voltada para a venda e o ibope dos veículos, do que para o repasse fidedigno das informações.

O CEBRID, em sua discussão sobre os resultados do "III Levantamento sobre o Uso de Drogas entre Estudantes de 1º e 2º graus em 10 Capitais Brasileiras -1993" relata o seguinte:

"Uma observação importante diz respeito aos constantes alardes da mídia sobre o aumento do uso da cocaína. Este fato está refletido neste estudo, onde notou-se um aumento de uso na vida nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo. Não seria o momento de se perguntar se a mídia não atuou no sentido de propagandear o uso desta droga? Porém, ao se verificarem os dados colhidos nesta pesquisa referente à maconha, pode-se notar que em 7 cidades houve tendência de aumento de uso na vida... Estes dados podem indicar que uma abordagem errada está ocorrendo em relação ao abuso de drogas no país: todos os esforços colocados sobre a droga eleita da década - a cocaína, desfocando-se a atenção sobre o aumento no uso de outras drogas."

Franklin Martins critica propriedade de TVs por Politicos


O ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social do governo federal, criticou nesta terça-feira, 9, a propriedade de canais de televisão por políticos. Ele citou principalmente as emissoras de televisão que têm senadores e deputados como donos. "Todos nós sabemos que deputados e senadores não podem ter televisão", disse. Segundo ele, o setor virou "terra de ninguém" e os parlamentares usam "subterfúgios" para comandar emissoras. "A discussão foi sendo evitada e agora é oportunidade para que se discuta tudo isso", observou. O ministro disse ainda que os "fantasmas" não podem comandar o processo de regulação de mídias no Brasil. O maior "fantasma", segundo ele, seria a tese de que o governo quer ameaçar a liberdade de imprensa ao levantar o debate sobre o tema. "Essa história de que liberdade de imprensa está ameaçada é bobagem, fantasma, é um truque. Isso não está em jogo", disse.

As declarações foram dadas durante a abertura do seminário internacional "Comunicações Eletrônicas e Convergência de Mídias", evento organizado em Brasília pelo governo para discutir o anteprojeto de regulação do setor que o Palácio do Planalto pretende enviar ao Congresso até o fim do ano.

"Não haverá qualquer tipo de restrição. Mas vamos com calma. Isso não significa que não pode ter regulação. Isso (ameaça à liberdade) entra na discussão para não se entrar na discussão. Liberdade de imprensa não quer dizer que a imprensa não pode ser criticada, observada", afirmou Franklin Martins. "Liberdade de imprensa quer dizer que a imprensa é livre, não necessariamente boa. A imprensa erra", ressaltou. O ministro abriu o seminário. Defendeu um novo marco regulatório nos setores de radiodifusão e telecomunicações e mandou um recado aos adversários: "Nenhum grupo tem o poder de interditar a discussão. A discussão está na mesa. Terá de ser feita, num clima de enfrentamento ou entendimento".

O ministro afirmou que as críticas são frutos de "fúrias mesquinhas". "Os fantasmas passeiam por aí arrastando correntes", disse. "Os fantasmas, quando dominam nossas vidas, nos impedem de olhar de frente a realidade. Os fantasmas não podem comandar esse processo. Se comandarem, perderemos uma grande oportunidade", afirmou. Segundo ele, a intenção do governo é dar uma atenção especial ao setor de radiodifusão na discussão sobre o novo marco regulatório do setor. "O governo federal tem consciência de que nesse processo de convergência de mídia é necessário dar proteção especial à radiodifusão", afirmou.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Nova Lata da Brahma

COM CRIAÇÃO DA AGÊNCIA AFRICA, BRAHMA APRESENTA NOVA CAMPANHA

“O SABOR DE SUA BRAHMA AGORA NA COR DA BRAHMA”

Mudança da identidade visual da marca e de sua lata permite ao “Brahmeiro”, que conhece o sabor da sua cerveja de olhos fechados, identificar a Brahma de olhos abertos.


A partir de 23 de julho de 2010 , a Brahma começou á externar uma característica que marca seus mais de 120 anos de história no mundo cervejeiro: o produto com sabor inconfundível ganha uma embalagem vermelha que vai se destacar nos principais pontos de venda do País. A mudança de cor é parte da estratégia do novo posicionamento da marca “O sabor de sua Brahma agora na cor da Brahma”, cujo foco é reforçar o sabor e a qualidade da cerveja. Toda é criada pela agência Africa.

Com o novo conceito, a Brahma, que ao longo dos últimos três anos focou a comunicação nos valores de seu consumidor, passa a destacar agora as principais características do produto: a tradição e a singularidade de seu líquido e sabor. “Com a campanha ‘Brahmeiros’ conseguimos reforçar os valores e nos aproximar ainda mais do consumidor da marca. Agora chegou o momento de falar dos atributos que fazem da Brahma sinônimo de cerveja. É isso que entregamos com este novo conceito: o ‘Brahmeiro’, que conhecia sua cerveja de olhos fechados, também poderá identificá-la de olhos abertos; uma cerveja com sabor tão inconfundível não poderia ter uma lata da cor das outras”, diz Sergio Eleutério, gerente de comunicação de Brahma.

Atrelada à nova comunicação visual, a marca estreia também uma nova forma de se comunicar com seu público. Valores inerentes à Brahma como família, amigos e a persistência ganham uma “pitada” de humor para falar o quanto a Brahma é inigualável e que é a cerveja com o verdadeiro gosto de cerveja.

AS RESPOSTAS (?)

A campanha, que apresenta o novo posicionamento “O sabor de sua Brahma agora na cor da Brahma” ao mercado, aposta no bom humor. O comercial “Perguntas”, de 30 segundos, começa com uma série de questionamentos insólitos e sem respostas: “Por que as mulheres escolhem tanto, se homem é tudo igual?” ou “Por que a conta sempre sobra para quem senta na ponta da mesa?”. Até chegar a dois amigos num supermercado que também se questionam: “Se o caminhão, a embalagem e a geladeira da Brahma são vermelhos, por que a lata da Brahma é branca?”. Neste momento, um terceiro personagem aparece e fala “Muda pra vermelho logo!”. Uma multidão pede junto: “Faz vermelha logo”, e finaliza com a revelação da nova embalagem. “Novas latas vermelhas da Brahma. Porque uma cerveja com sabor tão inconfundível, não poderia ter uma lata da mesma cor das outras .”

O filme, que está nas principais emissoras do Brasil, precede uma estratégia que teve como ponto chave alguns vídeos do humorista Maurício Meirelles e o hipnotizador Fabio Puentes em que tentam decifrar o porquê da lata Brahma ser branca. Além do comercial “Coisas Vermelhas”, em quem um personagem também lança o questionamento. O plano de mídia ainda contempla peças no PDV, anúncios e peças para web.

NOVA ROUPAGEM

O portfólio de Brahma conta uma série de latas temáticas e embalagens comemorativas pontuais, mas é a primeira vez na sua história que a marca passa por uma reformulação na sua linha de produção. Além das latas, as garrafas também trazem no rótulo a nova logomarca. Desenvolvida pela Narita Design, a marca está mais moderna e clean, o que deve reforça a diferenciação do produto para o consumidor. “Com a nova embalagem, Brahma mostra que é possível ser diferente (ter uma nova roupagem) sendo exatamente igual (sabor único de Brahma permanece intacto). Além disso, promove a unidade da marca, já que todos os elementos da família Brahma como logomarca, caminhões de transporte e engradados são vermelhos”, explica Eleutério.


PLATAFORMAS BRAHMA

“O sabor de sua Brahma agora na cor da Brahma” também chega às plataformas da marca. A festa do Peão de Barretos, que acontece em agosto e faz parte do Circuito Country da marca, será o primeiro grande evento patrocinado por Brahma a contar com a nova comunicação visual e conceito.

Montadores e Classe C

por Marco Aurélio Mello – marcoaurelio@ojornal-al.com.br

O tema nova classe C já foi discutido algumas vezes aqui na coluna e todas as conclusões são de que quem quiser ganhar dinheiro hoje no País, deve focar nesse segmento social, afinal a “fome” ou “sede” de consumo dessas pessoas é grande. Foram anos sem ter acesso aos bens de consumo e agora que sobra um dinheirinho no bolso, a festa só está começando. Várias empresas brasileiras já entenderam essa nova realidade. Agora chegou a vez das montadoras de automóveis. Se o brasileiro é mesmo apaixonado por carros, o que se projeta é uma expansão para o setor, basta lançar produtos voltados para atender essa nova demanda.

Para isso, as montadoras brasileiras apostam em uma nova onda de carros compactos, conhecidos como populares, que serão lançados nos próximos anos.

Responsável por mais da metade das vendas de modelos novos no País, o segmento está viabilizando a construção de três novas fábricas no Brasil – da japonesa Toyota, da coreana Hyundai e da chinesa Chery.

A Honda estuda entrar nesse mercado, enquanto a Volkswagen desenvolve um modelo mais barato que o Gol e a Nissan inicia a importação do March, feito no México, mas com perspectivas de produção local no futuro.

No 26º Salão Internacional do Automóvel, que será aberto ao público hoje no Anhembi, em São Paulo, só o March já está exposto. Os demais modelos são projetos em fase de desenvolvimento. O modelo chega ao País em 2011 com motores 1.0 e 1.6 flex e preços na faixa de Uno, Gol e Palio, na casa dos R$ 25 mil a R$ 30 mil. Será o primeiro modelo japonês popular a ser comercializado no Brasil.

Não há dúvidas que o desempenho do setor terá forte crescimento, gerando mais empregos. As cidades é que, no entanto, terão uma queda na qualidade de vida, com certeza.

COMEMORANDO

A rede, uma das maiores do País, no segmento de roupas e acessórios, está comemorando a marca de 15 milhões de clientes na carteira do seu cartão próprio. Com 114 lojas em todo o País, nas maiores cidades, e 38 mil empregados, a Riachuelo – três lojas em Maceió, com o desempenho no cartão, está batendo um recorde.