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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Ermenegildo Zegna anuncia seu plano de expansão na Índia

Por Luiz Vaalor





Líder internacional moda masculina de luxo do grupo Ermenegildo Zegna e Marcas de Confiança Ltd, parte do grupo Mukesh Ambani e liderada Reliance Group anunciou na semana passada que formou uma joint venture para desenvolver a marca Zegna, na Índia.

Os planos de expansão nos próximos cinco anos incluem a abertura de dez lojas em seis a sete cidades, começando com uma loja monobrand que será inaugurada em Hyderabad, em outubro deste ano.

Ermenegildo Zegna manterá 51% da joint venture, o restante será realizado pela Reliance Brands Ltd.
A primeira loja foi aberta geridos directamente em Mumbai em 2007, seguido em meados de 2008 por aberturas em Bangalore e Nova Deli. As lojas têm crescido a um ritmo de dois dígitos, construindo uma base sólida de clientes leais à marca.
“Estrategicamente a Índia é um dos mercados com maior potencial de crescimento e estamos habituados a ser os pioneiros na emergência de novos mercados, como é demonstrado pela nossa história de 100 anos. Nossa experiência consolidada em varejo de vestuário de luxo, enraizada em uma tradição industrial com base em estratégias de qualidade e inovação, juntamente com a presença Reliance Marca e o conhecimento aprofundado do mercado indiano são as melhores garantias para o sucesso da joint venture para construir uma relação de longo prazo com base no consumidor sofisticado indiano”, disse o Sr. Ermenegildo Zegna, CEO do grupo.

Fonte: http://luxurylab.com.br/2010/09/27/ermenegildo-zegna-india/

Adeus a padronização! Ciao Mao!

Por Luz Vaalor

A designer Priscila Callegari criadora da marca Ciao Mao, desenvolveu um conceito realmente inovador, o de dar adeus à padronização.

O lema da marca Ciao Mao, combina a produção em escala e o aproveitamento da mão-de-obra artesanal e com isso, agrega um conjunto de acessórios que permitem à consumidora várias opções para personalizar seu calçado e formar diversos pares diferentes e tornando seu usuário co-autor do próprio calçado.
Essa mobilidade permite que um mesmo modelo tenha diversas possibilidades e possa ser usado em diferentes situações.

LuxuryLab entrevistou Priscila Callegari , estilista e proprietária da marca Ciao Mao para desvendar as suas expectativas com relação a sua marca, sua atuação no Brasil e seus planos com relação a internacionalização da marca.

1- Como surgiu a idéia de criar uma marca com as características da Ciao Mao?

Sou designer de formação e sempre tive um interesse por sapatos como objeto de design. Tinha uma empresa que prestava serviços para o varejo de moda, na área de visual merchandising e arquitetura promocional e em todas as viagens de pesquisa que fazia acabava pesquisando sapatos como hobby. Quando o Brasil passou a enfrentar crise no setor calçadista, e a China se tornou grande importador de matéria prima e know how brasileiros procurei entender o porquê e resolvi estudar calçados. Acho que a minha experiência em outras áreas do design fez com que eu enxergasse os processos de forma diferente do convencional e o projeto Ciao Mao é reflexo disso.

2- Quais são as suas principais expectativas em relação à marca Ciao Mao nos próximos dois anos?

Apesar de completar nesse final de ano três anos, vejo a Ciao Mao nascendo de fato agora. As nossas primeiras lojas eram em locais fechados e menos comerciais e assim mesmo nosso crescimento foi grande. Mas agora, com a primeira loja com “vitrine”, num ponto comercial como a Melo Alves, em menos de um mês da abertura já percebemos a diferença. Hoje contamos com parceiros importantes que entendem a nossa proposta e estão preparados para um aumento rápido de produção. Para os próximos dois anos pretendemos pelo menos mais uma loja em São Paulo e outras no Rio e em Belo Horizonte.

3- Qual a importância para uma marca como a Ciao Mao em desenvolver suas próprias lojas de varejo?

O produto está totalmente relacionado com o processo de compra e essa experiência só é vivenciada por completo nas nossas lojas: os diplays, o atendimento, o ambiente, o suco de lichia e a possibilidade de co-autoria quase infinita.

4- Dentro de sua estratégia de expansão de negócios no Brasil, foi considerada a possibilidade de franquias?

Sem dúvida.

5- Como é visto o design do calçado brasileiro nos mercados da Europa e dos Estados Unidos?

O Brasil não tem grande tradição no design, mas temos grandes talentos e isso vem sendo reconhecido no exterior. Esse ano, a própria Ciao Mao está tendo uma grande oportunidade de exibir seu trabalho na Europa, participaremos da Bienal Iberoamericana de Design que ocorrerá na Espanha.

6- O que um designer brasileiro precisa ter para ganhar notoriedade internacional?

Acho que precisamos pensar realmente como designers e termos um pouco de visão empreendedora.

7-Internacionalizar a marca Ciao Mao está dentro de seus planos?

Uma das características mais importantes da marca é possibilitar que qualquer pessoa finalize o seu modelo do seu jeito, independente de tendência, estação, cultura ou qualquer outra coisa. Esse pensamento não tem fronteiras.

Rua Melo Alves, 368 – Jardins -São Paulo -SP

www.ciaomao.com/



Fonte: http://luxurylab.com.br/2010/10/28/ciao-mao/

Como tendências e criações tornam-se contagiosas.

INFLUENCERS é um curto documentário (em inglês) que explora o que significa ser um influenciador e como as tendências e a criatividade se tornam contagiosas hoje na música e na moda.
Dirigido por Paul Rojanathara Davis e Johnson, o filme é uma foto Polaroid de criativos influentes de Nova York (publicidade, design, moda e entretenimento), que estão a moldar a cultura pop de hoje.

Segue link do trailer abaixo:

http://vimeo.com/15595024





Fonte:http://luxurylab.com.br/2010/10/27/como-tendencias-e-criacoes-tornam-se-contagiosas/

Top Design Agrega Alma, Transcende em Valor.



O artigo abaixo reflete pensamentos baseados em textos de Luz Vaalor no seu livro “O mercado de Luxo Contemporâneo”.

por Luz Vaalor


Quando se fala dos aspectos ligados a decisões de compra dos consumidores de produtos de luxo, verifica-se que suas razões são predominantemente de natureza emocional, por agregar valores e significados que habitam no imaginário do cliente. Por isso, o investimento em marketing tem objetivo bem definido: alimentar incessantemente a imagem inovadora, cheia de glamour e de sensações que podem ser ampliadas, dependendo de sua qualidade e da forma como são oferecidas.

Um conjunto de percepções positivas, que chamamos de experiências, irão contribuir para construir e agregar aspectos positivos às marcas. É criando experiências que se pode atuar no espaço emocional do imaginário dos clientes. E para despertar surpresas e encantar os clientes há o chamado Experience Marketing.

O marketing da Experiência expande-se em sua abrangência, e seu conceito invade as iniciativas voltadas ao relacionamento com o cliente, atingindo ações com foco na comunicação, como a publicidade, eventos, e demais canais, até a Internet. É também importante nos pontos–de-venda dos produtos, onde assume posição de destaque, porque a experiência com a marca toca o consumidor de forma direta, pessoal e individualizada.

Nesse contexto, o desing de qualidade aplicado aos espaços de venda, às embalagens, às peças publicitárias e nos portais da Internet transformam a maneira como o público-alvo enxerga a marca.

A verdade é que essa sensibilidade estética e a busca por qualidade mudaram nossas motivações de consumo, e também as demandas dos consumidores em relação aos produtos e serviços, acelerando assim a busca pelo refinamento.

Essa sofisticação da demanda nos remete ao cultivo da cultura e do conhecimento, e também ao alargamento das experiências mentais, físicas e sensoriais, que são, em sua essência, a tônica do consumo do Luxo Contemporâneo.

Fonte: http://luxurylab.com.br/2010/11/02/top-design-valor/

Mercado de luxo no país crescerá 23% neste ano.

O mercado de luxo no Brasil deve avançar 23% neste ano e faturar R$ 15,1 bilhões. A expansão esperada é o triplo do que deve crescer o PIB do país neste ano --7%, na previsão dos mais otimistas. A informação é de Claudia Rolli, em reportagem publicada na Folha


O resultado é apontado na pesquisa "O Mercado do Luxo no Brasil", realizada pelas consultorias MCF e GfK Brasil, com 95 empresas nacionais e internacionais ouvidas entre janeiro e março.

Mesmo sob impacto da crise financeira mundial, essas empresas faturaram juntas R$ 12,3 bilhões no ano passado -o que correspondeu a 12% de incremento sobre o ano de 2008. Cada consumidor gastou no ano passado R$ 2.726 por compra.

O crescimento recorde esperado se deve em parte ao fato de o Brasil ter sofrido de forma menos intensa os reflexos da crise mundial. Ele é resultado ainda de investimentos feitos há dois anos (por indústria, varejo e setor de serviços) e do aumento de consumidores nesse segmento.



Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/775956-mercado-de-luxo-no-pais-crescera-23-neste-ano.shtml

Você também pode comprar luxo!

O luxo já não é privilégio da elite.

O luxo surge mais como fator de diferenciação e é posicionado como indicador de status social. Você também pode!

"O luxo começa quando a emoção ultrapassa a razão".

O luxo para os consumidores é, em primeiro lugar, uma noção relativa, logo distinta de um consumidor para o outro.

“Os consumidores do luxo são pessoas de classe média e alta que estão em dois momentos de vida bem distintos: podem ser profissionais bem estabelecidos, com família formada e carreira promissora, ou profissionais de sucesso jovens, no início de carreira, que ainda não constituíram família.”

Estamos a passar de uma situação de consumo comum realizado por clientes excepcionais para a situação de um consumo excepcional realizado por pessoas comuns.

Quem consome luxo é quem aspira. E essa aspiração está em qualquer classe social.

De acordo com dados da Receita Federal, há mais de 50 mil pessoas com renda acima de R$ 1 milhão.

"Os milionários continuaram comprando artigos de luxo durante a crise."

Fonte:http://www.mercadodeluxo.com/index.php?p=leartigo&id=6

O nascimento do luxo

O luxo não nasceu mecanicamente de um excedente de riquezas e de progressos tecnológicos na fabricação de objetos, a história do luxo começa no período Paleolítico, não se tratando de um luxo de atribuir valor a objetos, mas sim de uma cultura de dispêndio, onde se consumia a caça sem uma preocupação de provisão racional e econômica, nascendo assim, o espírito do luxo.

Desde o período Paleolítico até a Idade Moderna, o luxo tem servido de elemento para acalmar o homem.

Existem registros da época do homem das cavernas que apontam o luxo como sinal de identidade, da relação existente entre o homem com algo maior do que ele, incompreensível e que, mais tarde, muitos viriam a chamar de Deus.

O luxo se iniciou com o espírito de dispêndio, não com esplendores materiais, mas como um fenômeno de cultura, onde durante as festas havia abundância de comida, tempo livre e alimentação obtida sem muito esforço.

As trocas realizadas durante as cerimônias indígenas, onde comunidades doavam bens preciosos e prestigiosos, havendo trocas de presentes, dispêndios ostentatórios, visando paz entre as tribos, eram ritos mágicos, o valor da supremacia estava na generosidade.


Fonte:http://www.mercadodeluxo.com/index.php?p=leartigo&id=3

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A Força de uma Marca de Luxo - Conheça os requisitos essenciais que devem estar presentes hoje em uma marca de luxo.

Imagine a cena: uma senhora muito bem vestida passando o cartão de crédito na caixa da loja da Louis Vuitton no valor de R$ 10.300 para adquirir uma bolsa de couro de cabra. Ela está fazendo isso muito tranquilamente, sem nenhuma preocupação com a fatura que chegará no mês que vem.



A vendedora, por sua vez, também não demonstra nenhuma grande euforia, afinal faz parte do seu dia-a-dia.
Mas o que está por trás dessa cena? O que foi preciso fazer para que esse momento acontecesse de uma maneira tão natural?

Na verdade ela não está comprando o objeto, mas uma sensação, uma emoção. Só isso explicaria alguém pagar tal valor por uma bolsa que pode ser encontrada aos montes em outras lojas do comércio em modelos muito parecidos.



As grandes marcas de luxo sabem que as pessoas estão comprando outra coisa. Um exemplo simples, mas bem conhecido e que ilustra este assunto é o filme "Uma Linda Mulher". Lembram quando a Julia Roberts volta à loja de grife na Rodeo Boulevard com o cartão de crédito ilimitado do Richard Gere?



Ela não estava comprando roupas, mas sim a aceitação das pessoas do "mundo" dele. Ela tinha "necessidade" de ser aceita naquele grupo. Nesse caso, não era somente um desejo (o prazer descompromissado), mas ela estava gastando em algo muito maior e isso não tem preço. Vendo por esse ângulo, não existe "nada" caro no mundo. Tudo depende do desejo e/ou da necessidade de quem compra.



Imagens, conceitos e sensações englobam o conjunto de representações dos produtos de luxo. O consumidor aceita pagar um preço superior por um objeto com características funcionais equivalentes a outros produtos mais baratos, justamente em função dessas representações associadas.

A marca deve criar emoções e experiências excepcionais e únicas. Aliás, não há mais espaço para ostentação, característica atribuída ao luxo do passado.



Com base nisso, alguns requisitos essenciais devem estar presentes hoje em uma marca de luxo:
• Altíssima qualidade
• Efeito de prestígio
• Remeter a emoções/sensações de bem estar pessoal
• Ser único (o produto/serviço vem com a idéia de "obra pessoal" e o cliente se sente único também)
• Estética super valorizada
• Sensação de "eterno" (ser atemporal)

• Estimulação dos cinco sentidos (levados ao extremo)



Importante destacar o que é "moda", não necessariamente é luxo, pois, o prazer para si próprio é atemporal. O crescimento desse mercado é exponencial. Os motivos variam desde a emergência das novas classes abastadas, a globalização e a abertura da lista dos países com tendência de luxo. Hoje, um terço deste setor está baseado no Japão, mas o crescimento nos países em desenvolvimento como China, Índia, Rússia e Brasil é impressionante.



Estas marcas são capazes de hipnotizar uma legião de consumidores. Todos estão atrás de uma idéia, de um comportamento, de um estilo de vida, de um símbolo de sucesso e poder e não de uma bolsa, uma caneta ou um relógio.



Não há como negar que certas marcas realmente conseguem se impor como imprescindíveis, transpor a lógica econômica, o tempo e fazer com que as pessoas saquem seus cartões de crédito sem racionalizar a compra. Aliás, fica claro que o processo de compra é totalmente emocional. A partir dessa constatação, grandes marcas de luxo constroem suas estratégias de marketing e seu "branding".



Mas nenhuma dessas marcas nasce poderosa. Empresas gastam milhões e milhões para que o mercado gaste uma fortuna em um objeto sem nenhuma dor na consciência. Hoje em dia, além disso, as empresas ainda oferecem inúmeras possibilidades de customização. Afinal de contas, o importante é ser único. O marketing de massa realmente acabou. A marca é o principal ativo de uma empresa que vende luxo. Especialistas afirmam que uma marca forte aumenta em, no mínimo, 40% o valor de um produto.



Tudo isso dito, concluímos que a marca é percepção. É o "valor" que o consumidor atribui a ela, considerada um ativo intangível e um diferencial competitivo único. É capaz de coisas incríveis como acrescentar zeros ao preço de um produto.



Citando Gilles Lipovetsky, o filósofo francês que virou referência no estudo do luxo: "O luxo é o sonho, o que embeleza o cenário da vida, a perfeição tornada coisa pelo gênio humano."

Fonte: http://www.cidademarketing.com.br/2009/ar/28/a-fora-de-uma-marca-de-luxo.html

A Comunicação Estratégica do Novo Luxo.

A publicidade do alto luxo é muito seletiva: comunicação dirigida em revista de negócios e publicações nas bíblias de moda e estilos de vida mais luxuosos, sempre em inserções limitadas. A ênfase se coloca na política de relações publicas em torno de eventos de elegância e na publicação de reportagens na imprensa seletiva. Na criação de revistas ou catálogos da marca enviados por mala direta para seus clientes cadastrados ou nas suas lojas ou pontos de difusão seletiva da marca. Como no caso do alto luxo, o novo luxo se vale de uma boa política de relações públicas e da indicação pessoal de clientes ou do aval dos apóstolos da marca ou do endosso das celebridades ou de formadores de opinião cultural – jornalistas, críticos de moda, artistas – estes especializados são seus porta-vozes que assinam embaixo endossando as escolhas. Eles influenciam seus públicos de referencia e criam o desejo de se consumir o que seus pares estão adquirindo e usando.



Prédio da Maison Louis Vuitton na Champs Elysees - França Por: www.servcorp.eu




Mas cada vez mais alguns dos tradicionais rótulos do luxo são reposicionados com apelos mais contemporâneos e excitantes. Marcas, mais sóbrias e elegantes, são convertidas pela magia do redesign e do reposicionamento. Com feições mais joviais e ‘cool’, produtos de uma marca secular são usados com bermudas e tênis com linhas mais jovens e esportivas nas campanhas publicitárias, agora mais democratizadas e atingindo revistas e mídias, até então, renegadas pelo velhoe e bom luxo.
O novo luxo do masstige é comunicado com abordagens festivas ligados aos prazeres mundanos do dia-a-dia. A democracia da comunicação do luxo desfez a velha designação do luxo como vaidade supérflua. Hoje a publicidade reflete o verniz aristocrático da marca, mas aprofunda os apelos sensoriais e emocionais, traz a marca para o universo da vida cotidiana e desfaz a áurea sisuda do luxo afinada pela raridade e pelo seu aspecto de tradição e maturidade quase senil.

A linguagem do novo luxo hoje penetra nas proteções fechadas do luxo inacessível e cria uma identidade visual mais jovem, mensagens mais ousadas e divertidas e se comunica intimamente com a moda, a tecnologia e com as novíssimas tendências.

As campanhas afirmam que o luxo é uma realização para o espírito e uma recompensa íntima, uma auto-satisfação e gratificação psíquica. O luxo de ontem se transforma na necessidade de hoje e o gosto pelas pequenas indulgências se generalizou. Hoje nas campanhas, todos querem ter estilos de vida e usufruir das benesses da beleza, do lazer, do turismo e dos confortos da decoração, dos cuidados do corpo e dos prazeres festivos com ‘cardápios cultivados’ e ‘líquidos preciosos’. A publicidade aproxima os novos consumidores do luxo de universos inéditos e inexplorados e as imagens e os textos se comunicam com seus “targets”, oferecendo paixões, sensualismo e humores a vida. o luxo se alimenta menos das conotações do poder, opulência e status e cada vez mais com o sensacionismo estético e narcísico de nossos dias. Como diz a especialista francesa na área, Eliette Roux, cada um agora tem sua própria definição do que seja o luxo. Celebramos na publicidade o “luxo plural”, “a la carte”, emancipado dos critérios de preço ou de exceção extrema. O que importa é o prazer pessoal mais do que a uma pertença de elite fechada.

Chegamos à estação do individualismo no luxo, onde fileiras ganham novos perfis e feições, onde novos consumidores exigentes e sofisticados aguardam nas plataformas, o embarque com ansiedade. Se no universo do novo luxo os anúncios publicados em revistas especializadas e os eventos de relacionamento com seus públicos cada vez mais se torna uma necessidade, é no universo dos produtos do luxo acessível, que são confeccionados campanhas de comunicação em maior volume para veiculação em mídias seletivas por ocasião do lançamento de novos produtos, apoio à expansão de linhas de produto ou da marca internacionalmente.

Fonte:http://altovaloragregado.blogspot.com/2006/09/comunicao-estratgica-do-novo-luxo.html

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O melhor estágio do mundo!

Como uma das comemorações de seus 21 anos de existencia agência DM9DDB, criou " O melhor estágio do mundo!".

Projeto no qual um jovem de 21 anos será escolhido para ser um "trendhunter" ou seja vai caçar novas tendências ao redor do globo, durante 99 dias em cidades como New York, Londres, Barcelona, Milão, Paris, Mumbai, Xangai e Tóquio.


Os pré-requisitos para se candidatar são bem simples, basta ter 21 anos, residir no Brasil, ter inglês fluente e cursar faculdade (não há a necessidade de ser ligada a área de comunicação.)


Valente, diretor da agência diz que a intenção desse projeto é mostrar o perfil do funcionário almejado pela agência, com conhecimento do mundo e que tenha boa leitura de tendências. Afinal por palavras do próprio Valente: - " A vida é muito parecida com o Surf, onde precisamos apostar que marolas vão virar grandes ondas. Temos que nadar atrás delas para chegar a tempo de estar em suas cristas quando ela se formar. Ir atrás de ondas prontas é mais difícil pois é necessário dividi-las com muitas pessoas. Queremos profissionais descolados e com esse tipo de visão da vida."

Por Renato Basso

Fonte: http://www.mmonline.com.br/

New York Times maior na rede que no papel!

O primeiro dos jornais de grande circulação do mundo a ter seu perfil no microblog twitter(@nytimes), já passa pelo tão debatido fenomeno da internet, noticias virtuais superarão o números de leitores na rede do que na versão impressa!
O número de seguidores da página do jornal, 2.668 milhões, já é mais do que suficiente para superar a quantidade de exemplares vendidos e é bem maior que os demais jornais presentes na rede!
Para se ter uma idéia o segundo jornal mais seguido da rede de microblogs o Wall Street Journal (@wsj)tem "apenas" 464 mil seguidores!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O nome é Martin...Aston Martin...

Para os fãs de automobilismo e também da série de filmes 007-James Bond, uma novidade que promete agitar o mercado de automóveis de luxo chega ao Brasil.

A marca Aston Martin vai abrir sua primeira revenda no país, pelas mãos do ex-presidente da Citroen no Brasil Sérgio Habib, vai estar sendo montada na Avenida Brasil em São Paulo bem ao lado da concessionária de suas rivais de vendas,Ferrari e Maserati, A Via Itália.





A expectativa de vendas é em torno de 40 veiculos comercializados ao longo do 1º ano de comercialização da marca em terras Brasileiras,sendo que já estão encomendados 12 veículos e levando em consideração que entre os modelos a serem comercializados estão o V8 Vantage e o DBS cujos preços são respectivamente R$ 700.000 e R$ 1,3 milhão.


Agora para boa parte dos fãs de automobilismo e de James Bond resta uma passadinha na vitrine do show room após a inauguração, e claro já que é só para olhar uma passadinha na Via Itália não custa nada também.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

The 400 - Golden Celebration

The 400 Golden Celebration, festa que ocorre 1º de Outubro de 2010, na Barra Funda em São Paulo, apresenta em sua 3ª edição o conceito de uma festa "dourada" que busca um ambiente exclusivo e deixa no ar a sensação de super-produção, com estrutura de camarotes, backstage e camarins dignas de tapete vermelho e claro contando com o público mais seleto da cidade.


Trás pela 1ª vez para o país o patrocínio da champagne LUXOR, produzida na França com folhas de ouro 24k e de forma limitada, e para festa serão trazidas sob encomenda e com o nome dos felizes compradores gravados nas garrafas em ouro também 24k.


Maiores informações e reservas de camarotes/mesas pelo email: contato@the400.com.br ou pelo fone (11) - 3670-5554