Mostrando postagens com marcador Diego Rossi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diego Rossi. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Como usar a poderosa ferramenta chamada publicidade?

Último dia do MaxiMídia 2010 mostra o poder da publicidade e o bom momento do Brasil

Fim do MaxiMídia 2010. Após três dias e 16 mesas de debates, é consenso geral de que a hora do Brasil é essa, e nossa publicidade tem de aproveitar o momento.

Jaime Troiano, do Grupo Troiano de Branding, foi chamado para palestrar pontualmente às 11h. Em sua apresentação, Troiano revelou uma realidade pouco conhecida pela maioria: no mundo globalizado, as marcas regionais ainda têm muito espaço. O seminário "Longe dos olhos (nossos), perto do coração (deles): o carisma das marcas regionais" provou que isso é verdade.

O empresário acredita que o fato se dá pelo balanceamento do high tech com o high touch. "A tecnologia é boa e realmente veio para ajudar, mas ainda temos de dar valor ao contato pessoal com o cliente", revelou. Troiano acrescentou que, se pensarmos em todos como números, acabamos nos esquecendo de que cada um é diferente e perde-se a noção de quem está do outro lado.

Na região Centro-Oeste do Brasil, por exemplo, as marcas locais representam 72% do faturamento do mercado, um número realmente significativo. Em Minas Gerais, Espírito Santo e no interior do Rio de Janeiro, esse número é de 63%. Ao final, provando que existe espaço para peixes de todos os tamanhos, apesar de nadarem com alguns tubarões, Troiano pediu: "Abaixo o etnocentrismo!".

Em seguida, o americano Laurence Boschetto, da Draftfcb, falou sobre a velocidade do mundo atual, conectado, no qual você conquista ou perde um cliente em apenas 6,5 segundos. Aliás, era justamente esse o nome do seminário: "Você tem 6,5 segundos para captar a atenção do seu consumidor. Pronto, acabou".

Segundo o estudo do americano, essa é a média de tempo que o consumidor em potencial gasta para avaliar um anúncio em todas as diferentes formas de mídia. Nessa nova e veloz configuração, o mundo virtual vem como uma poderosa arma, tanto para criar quanto para destruir ícones e marcas. Ele exemplificou isso citando o nome de Lady Gaga, que, segundo Boschetto, foi a última grande marca criada no meio virtual. Mas faz ressalvas. "Com a mesma velocidade que ela apareceu, o mesmo veículo que a promoveu será responsável por seu desaparecimento", previu.

Após a habitual pausa para o almoço, foi a vez de uma das palestras mais construtivas em termos de debate. "High Tech & High Green" juntou Fred Gelli, da Tátil, agência envolvida com algumas campanhas sustentáveis e Fábio Gandour, da IBM, segundo o próprio, um pessimista. Pyr Marcondes, do Grupo M&M, foi o mediador.

Antes de começar, Gandour já foi logo avisando: "Talvez a organização deva oferecer um Prozac para cada, meu discurso promete ser um pouco depressivo", brincou. Ele foi o primeiro a ter a palavra e, de cara, disse não acreditar nem um pouco no "modismo green". "Minha consciência ecologicamente correta existe faz muito tempo, bem antes de isso virar moda. Por isso, sei o quanto é difícil".

Para ele, a proposta das propagandas sustentáveis são paradoxalmente impossíveis, já que estimula o consumo, enquanto que, para ajudarmos nosso planeta, esse número teria de diminuir drasticamente. "Quer realmente ajudar o planeta: é fácil parar de usar couro? É fácil parar de comer carne? É fácil ir a pé ou de bicicleta ao trabalho?", perguntou ele, dizendo que essas são atitudes legítimas para uma pessoa que tem consciência ecológica e sustentável.

Antes de passar o microfone, Gandour provocou seu colega de palestra ao falar para Fred Gelli que se ele não fizesse sua apresentação, pouparia bits que significam milhares de elétrons. Gelli concordou com muitas das coisas afirmadas por Gandour, mas disse que muitas marcas estão realmente empenhadas na questão, e não apenas usando a "moda Green", como definiu Gandour, a seu favor. "As marcas farsantes têm teto de vidro e, eventualmente, irão cair por terra".

Depois de falar pouco, Gelli apresentou alguns cases de sucesso de marcas engajadas na questão.
Sem ter tempo nem para descansar por alguns minutos, Pyr Marcondes passou de mediador à palestrante e, em poucos minutos, falou sobre a Plataforma ProXXIma, lançada pelo Grupo M&M no ano passado.

A plataforma cumpriu totalmente com objetivo de juntar os conceitos de marketing e comunicação de maneira integrada e em diversas formas de mídia. Segundo Marcondes, o produto hoje ainda é único no segmento.

Para terminar o MaxiMídia 2010 com chave de ouro, Jim Andrews, da IEG, veio dos EUA para provar que, atualmente, o patrocínio é uma das formas mais eficazes de marketing. A palestra de nome "Maximizando o impacto do patrocínio nos negócios" ainda contou com Fernando Bomfiglio, da Souza Cruz, e com Paulo Koelle, representando a Procter & Gamble, além de Sérgio Ajzenberg, da Divina Comédia, como moderador.

Antes de começar sua fala, o americano fez uma crítica a seu país em forma de elogio para o Brasil. "É difícil para eu vir para um país tão promissor e cheio de oportunidades. Eu já morei em um país como esse", brincou. Por meio de gráficos, Andrews mostrou que, nos últimos três anos, o patrocínio cresceu muito mais do que qualquer outra forma de marketing, ou, durante a crise, foi um dos que menos caíram.

Hoje, com um mercado muito mais segmentado, o empresário disse que, após o boom da Olimpíada de Los Angeles, em 1984, o esporte passou a ocupar cerca de 90% dos patrocínios empresarias nos EUA. Agora, porém, esse número já é muito mais distribuído. Para o sucesso no segmento, não basta só o dinheiro investido. "A grande pergunta que um patrocinador precisa se fazer é: sentiriam minha falta caso eu não participasse esse evento?", enfatizou ele.

Após sua fala, os debatedores e o público interagiram sobre estratégias eficazes e ineficazes de patrocínio, e o que fazer quando o patrocinador se encontra em uma posição delicada em decorrência de sua ligação com determinada marca ou indivíduo. Logo, surgiu o exemplo do golfista Tiger Woods que, recentemente, se viu envolvido em um comentadíssimo escândalo sexual. "Acho que esse é o momento do patrocinador mostrar seu lado humano, e apoiar em todas as questões possíveis", opinou Andrews.

Após mais algumas perguntas, o americano se despediu do público e agradeceu a oportunidade de participar do evento.

Fim do MaxiMídia 2010. Após muito se debater, ficou provado que o marketing está se tornando uma ferramenta cada vez mais poderosa em nosso mundo globalizado. Resta saber se os profissionais da área saberão fazer o uso correto dessa arma.

Desempenho influencia pagamento de agências de publicidade

No dia 20 de abril de 2009, a Coca-Cola anunciou que ao invés de pagar as agências de publicidade por hora, vai fazê-lo de acordo com o resultado alcançado.

O setor, que vem sofrendo com a recessão, não recebeu bem a notícia. A expectativa é que os gastos com publicidade em todo o mundo diminuam cerca de 7% em 2009. A Economist diz que o momento não é oportuno para se discutir uma mudança na forma de pagamento.

Desde os anos 1970, as agências de publicidade geralmente são pagas por um regime de horas trabalhadas. O novo modelo anunciado pela Coca-Cola cobre os custos da agência e oferece um bônus de até 30%. A empresa afirma que o objetivo não é cortar gastos, mas sim estimular a criatividade. A gigante Procter & Gamble também vem adotando esta forma de pagamento às agências que lhe prestam serviço.

Fontes: Economist - Advertising's new model: Clock-watchers no more

Publicidade irregular é combatida no Centro do Rio


Agentes da Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop) realizou na manhã desta quinta-feira uma operação Choque de Ordem contra a publicidade irregular em prédios do Centro. Homens utilizam técnicas de rapel faixa informando que era propaganda irregular.

A empresa responsável pela colocação do painel explorava o espaço para a publicidade em área de Corredor Cultural e Histórico, que não permite propagandas. Tanto o condomínio quanto a empresa responsável pelo anúncio já haviam sido notificados quatro vezes, sendo a última delas em agosto deste ano.

As ações para combater a propaganda ilegal iniciadas em janeiro de 2009 retiraram já 337 painéis irregulares. Participaram do Choque de Ordem contra a publicidade irregular no Centro cerca de 20 pessoas, entre agentes da Seop, da Fiscalização de Atividades Econômicas (FAE), guardas municipais, técnicos da Defesa Civil e policiais militares.

Google impressiona Wall Street com crescimento em publicidade

NOVA YORK (Reuters) - Mais de 12 corretoras elevaram suas metas de preço para as ações do Google após a divulgação dos resultados trimestrais da companhia, que mostram que o maior site de buscas do mundo conseguiu ampliar seus negócios para além das pesquisas na Internet, com os novos setores ganhando força na empresa.

O balanço do terceiro trimestre do Google, divulgado na quinta-feira, surpreendeu analistas, que esperavam resultados bem menores, levando suas ações a saltarem 10 por cento só na manhã desta sexta-feira.

Corretoras como BofA Merrill Lynch e J.P.Morgan elevaram suas metas de preço para as ações, além de alterar suas recomendações para "buy".

Analistas afirmaram que o otimismo se deve, especialmente, ao crescimento registrado nos setores de publicidade e móvel, algo que o mercado espera há tempos.

"O principal negócio da companhia tem bons níveis de crescimento, mas o que vem se tornando o mais interessantes é o rali nos setores menos ligados a buscas", disse o analista da Caris & Co, Sandeep Aggarwal, ao elevar sua recomendação para a companhia de "average" para "buy".

Investidores temiam que o Google, na busca por novas fontes de crescimento, estaria gastando demais em iniciativas como o sistema operacional para smartphones Android, aquisições e projetos de energia renovável de retorno incerto.

Mas o Google divulgou que suas operações móveis e de publicidade geraram uma taxa anualizada de receita de mais de 1 bilhão e 2,5 bilhões de dólares respectivamente, tirando o foco de seus investimentos em smartphones e projetos online.

"Não há muito do que reclamar nos resultados do Google, disse o analista Ross Sandler, da RBC Capital Markets, que elevou sua meta de preço das ações de 600 para 690 dólares.

Os negócios de publicidade online do Google incluem YouTube, o Google display network e as operações do DoubleClick. Já no setor móvel, a companhia opera buscas, aplicativos para celular e o AdMob.

A maior transparência nesses setores, aliado ao maior crescimento no tradicional setor de buscas, ajudará o Google a elevar seu valor de mercado, segundo analistas.

Às 16h48 (horário de Brasília), as ações da companhia avançavam 11,12 por cento, para 601,04 dólares, após chegar a atingir a marca dos 600 dólares pela primeira vez desde janeiro no começo da sessão.

(Reportagem de Ritsuko Ando)

Publicidade on-line cresce, mas enfrenta desafios no país

Apesar de vista com restrições por algumas agências de publicidade, a web está se tornando uma mídia cada vez mais procurada e parte estratégica de campanhas publicitárias de anunciantes de peso no Brasil. Levantamento feito pela IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) revela que o crescimento médio anual da publicidade on-line no país ficou entre 32% e 35% nos últimos sete anos, sendo que somente no ano passado atingiu a casa dos R$ 950 milhões. Entre 2008 e 2009, ainda de acordo com a associação de mídia interativa, o número de anúncios na internet cresceu 93%. Para este ano, a projeção é que haja uma expansão de 25,4%, totalizando R$ 1,3 bilhão.

E a perspectiva para os próximos anos é que o negócio de publicidade on-line cresça ainda mais, à medida que o uso da rede mundial se popularize no Brasil. Atualmente, o número de brasileiros com conexão à internet ultrapassa 67 milhões, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Considerando apenas as pessoas que efetivamente acessaram a rede mundial de suas casas e do trabalho, os chamados usuários ativos, o país registrou 37,5 milhões de internautas em maio deste ano, crescimento de 1,8% frente aos 36,6 milhões computados em fevereiro.

Em razão desse crescimento, que vem se mantendo ano após ano, e da melhoria do poder aquisitivo da população, os especialistas preveem uma forte expansão no número de usuários de internet e, por tabela, um grande potencial de crescimento da publicidade on-line no país. Outro fator que deve contribuir para esse avanço é o fato de e a publicidade na internet ainda ter muito espaço para crescer no Brasil. Segundo o IAB, os anúncios on-line ficaram com apenas 4,3% do bolo publicitário no ano passado - contra um índice de 70% da propaganda em TV.

O diretor presidente do IAB Brasil, Ari Meneghini, observa que o crescimento da web no Brasil, embora muito rápido, ainda está longe de se equiparar ao de outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, a web responde por quase 27% de todo o mercado publicitário, com uma taxa de crescimento médio anual entre 11% e 12%. Meneghini faz questão de frisar que somente o crescimento da publicidade on-line dos EUA já é maior do que todo o gasto com anúncios digitais no Brasil. No Reino Unido, que tem o maior investimento publicitário em internet do mundo, a rede mundial já responde por 30% do faturamento do setor.

O executivo da IAB Brasil observa que a internet teve um desenvolvimento tardio no Brasil, pois só passou a ser considerada um negócio em 2003, quando os primeiros levantamentos de audiência e investimentos foram feitos. Antes disso, diz ele, a rede mundial não era encarada como fonte de receita nem como meio de comunicação, já que não havia como saber se as pessoas ficavam realmente on-line ou não. Segundo Meneghini, se forem levados em consideração a idade do mercado e seus níveis de crescimento, atingir 5% do bolo publicitário total do país e faturar R$ 1,3 bilhão em sete anos é muito bom.

Modelo inerte

A fatia ainda pequena de investimentos em anúncios na internet é atribuída por Fernando Tassinari, diretor geral da agência digital Razorfish para o Brasil, há uma inércia do modelo de negócio da publicidade no país. Segundo ele, as agências ainda ganham muito dinheiro com a propaganda na TV, por isso não desejam que isso mude. "O anunciante hoje deixa toda a responsabilidade pela estratégia de marketing nas mãos das agências de publicidade, e enquanto o modelo de remuneração for o mesmo, a situação permanecerá a mesma." Na opinião do executivo, a mudança partirá dos clientes, e não dos que sempre se beneficiaram do modelo vigente.

De acordo com o diretor de publicidade do UOL, Enor Paiano, esse modelo de remuneração é assim porque a publicidade, de forma geral, é um setor econômico que sempre foi muito bem, mesmo durante a crise econômica mundial. "Ainda há muita gente que ganha muito dinheiro assim, e são elas as maiores interessadas na permanência desse ciclo vicioso."

Ana Maria Nubié, vice-presidente de atendimento da agência digital Click, observa que isso acontece porque é muito mais fácil anunciar na TV aberta – é o retorno mais garantido – do que na internet. Ela ressalta que a televisão no Brasil ainda é muito presente no cotidiano das pessoas, além disso, um anúncio veiculado na TV aberta só precisa ser produzido uma vez. "Na internet, ao contrário, o anúncio precisa ser direcionado para inúmeros canais, em vários formatos diferentes e ainda permitir a interação com o público." De todo modo, Ana Maria alerta que a interação que a internet possibilita com o consumidor vai atrair anunciantes, portanto se as agências não começarem logo a trabalhar para acompanhar esse desenvolvimento e chegar a um modelo de negócio, ficarão para trás.

Tassinari, da Razorfish, corrobora a opinião da executiva e acrescenta que as empresas de marketing no Brasil ainda não têm conhecimento suficiente para entrar no mercado digital. Ele acha que as agências não estão preparadas para lidar com a interação e o envolvimento das pessoas que a internet permite "A audiência de um anúncio digital não é passiva, como a da TV, e isso assusta as agências, que buscam convencer o cliente que é melhor aparecer na televisão."

Futuro promissor

Mesmo com números inexpressivos se comparados aos padrões internacionais, o diretor geral da Razorfish acha que a publicidade digital já apresenta um desempenho satisfatório no país. Tassinari calcula que em dois anos a internet atingirá um patamar realmente significativo dentro do bolo publicitário e que o mercado passará por uma transformação importante.

Para o portal de internet UOL, por exemplo, a receita com publicidade já ultrapassou a receita obtida com assinaturas. O faturamento da empresa com anúncios on-line no segundo trimestre deste ano cresceu 40%, para R$ 140,2 milhões, enquanto o faturamento com assinaturas manteve-se estável em R$ 129,2 milhões. O diretor de publicidade do portal, Enor Paiano, vê essa mudança na origem da receita do site como "normal", algo que já era esperado desde 2005, quando foi feita a abertura de capital (IPO) da empresa. Ele salienta que a disparidade entre a verba publicitária da internet no Brasil e o nível de penetração, apesar de gritante, também era previsível e não deve durar muito tempo. O argumento de Paiano é que todo novo meio de comunicação demora algum tempo para se consolidar, mas avalia que a internet tem mostrado uma evolução muito boa.

Para diretor de publicidade do UOL, a inércia existente hoje na publicidade no Brasil, que direciona a maior parte da verba publicitária para a TV, deve ser quebrada nos próximos anos, já que os anunciantes querem resultado. "E não existe meio de comunicação que cresça mais que a internet", afirma Paiano, acrescentando que, ainda neste ano, a audiência da internet ultrapassará a do rádio, que é um meio com mais de 80 anos de existência. "A agência que não conseguir enxergar isso não participará desse mercado", afirma.

Fonte: TI Inside

Alimentos: publicidade sem regras

A Justiça suspendeu temporariamente os efeitos da resolução 24 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece novas regras para a publicidade de alimentos e bebidas não alcoólicas. A decisão, que vale para todo o País, é da 16ª Vara Federal de Brasília, atendendo a pedido de liminar (determinação provisória) da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia).

Resultado de mais de três anos e meio de debates, a resolução publicada em junho deste ano entraria em vigor a partir de 28 de dezembro para prevenir a alimentação inadequada e os problemas decorrentes (obesidade, doenças coronarianas e renais, diabetes e cáries).

Entre outras regras, a publicidade desses produtos deveria ser acompanhada de alertas para possíveis riscos à saúde no caso de consumo excessivo. "A regulamentação sobre a propaganda de alimentos e bebidas com altos teores de açúcar, gorduras e sódio é urgente e necessária. Estamos muito atrasado em relação a outros países", diz Mariana Ferraz, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Desde a publicação, porém, a indústria de alimentos e o setor de propaganda apontaram que a mudança é ilegal e atenta contra a liberdade de expressão. Com a liminar, a indústria permanece desobrigada a cumprir a resolução. Em nota ao JT, a Abia diz que a Anvisa ultrapassou sua competência legal e que o assunto só poderia ser tratado por lei federal.

Mariana discorda. "A Anvisa tem competência para regular. O foco é o direito à saúde. Sobre o argumento de restrição de liberdade de expressão, o Código de Defesa do Consumidor prevê direitos contra a publicidade enganosa ou abusiva e legitima uma regulação do assunto por parte da Anvisa."

Para Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro Teste, a liminar é um retrocesso. "Tudo já foi discutido. Depois de participar das audiências e consultas públicas e de a norma ser publicada, a indústria vai á Justiça? Eles não querem que o consumidor perceba os alimentos não saudáveis."

Mariana defende ainda que a resolução é branda e disposições muito mais enfáticas não foram contempladas no texto final. "Na proposta inicial, as propagandas desses alimentos só poderiam ser veiculadas entre 20h às 6h e ficavam proibidos o uso de desenhos e personagens infantis nos comerciais, além do uso de brindes e promoções para crianças."

A Anvisa informou que não foi notificada oficialmente e que prefere não se manifestar.

Internet no Brasil não suporta demanda, diz relatório

A internet brasileira não está preparada para suportar as exigências atuais dos internautas.

É o que revela a terceira pesquisa "A Qualidade da Internet", feita pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e pela Universidade de Oviedo (Espanha) com apoio da Cisco, empresa que fabrica equipamentos que conectam os computadores à rede.

Embora o Brasil tenha feito avanços para aumentar o número de domicílios conectados, a qualidade das conexões está abaixo da média.

Hoje, para que um internauta navegue e realize suas tarefas (trocar e-mails, baixar arquivos, assistir a vídeos, entre outras), as velocidades médias precisam ser de 3,75 Mbps (megabits por segundo) para o download (quando se baixa arquivos ou se acessa um site qualquer) e de 1 Mbps para o upload (quando se envia algo, e-mail ou mensagem instantânea).

O tempo de resposta (entre dar o comando e perceber que ele foi obedecido) não pode ser superior a 95 milésimos de segundo, segundo a pesquisa.

Em Fortaleza, apontada como a cidade brasileira com a melhor qualidade de internet, a velocidade de download auferida foi de 4,3 Mbps, ante 570 Kbps (kilobits por segundo) de upload. O tempo de resposta ficou em 114 milésimos de segundo.

A pesquisa indica que, nos próximos cinco anos, os internautas estarão consumindo mais capacidade de rede porque assistirão a vídeos sob demanda e farão videoconferências, entre outras aplicações sofisticadas.

Por isso, os especialistas estimam que, até 2015, um domicílio estará consumindo 500 GBytes mensalmente, ante os atuais 20 GB.

Para dar conta dessa quantidade de dados trocados via internet, será preciso investir mais para que as redes ofereçam velocidades de download de 11,25 Mbps e de 5 Mbps de upload com uma resposta de 60 milésimos de segundo.

MUNDO

Só 38 cidades no mundo já estão preparadas para essa nova fase --nenhuma no Brasil. No total, foram monitorados domicílios em 239 cidades e 72 países.

A Coreia do Sul continua liderando a lista de países líderes em internet, seguida por Hong Kong e Japão. O Brasil ocupa a 38ª colocação. Esteve na 41ª, em 2009, e na 36ª, em 2008.

Notícia "séria" lidera receita com publicidade na internet nos EUA

A Perfect Market, empresa que auxilia editores a maximizar a receita on-line via conteúdo de notícias, lançou ranking dos dez assuntos mais valiosos para publicação, o Índice Vault.

Esse índice mostra que, apesar de as notícias sobre celebridades gerarem muito acesso de internautas, são as reportagens consideradas "sérias" que lideram a receita de publicidade dos sites.

O índice faz uma combinação entre o valor recebido pela publicidade e os milhares de acessos a cada página.

"As histórias com real oportunidade de gerar receita não são aquelas sobre escândalos de celebridades, mas sobre assuntos difíceis, que afetam a vida das pessoas", diz a presidente-executiva da Perfect Market, Julie Schoenfeld.

Em primeiro na lista estão reportagens sobre os benefícios pagos aos desempregados americanos. Em seguida, vêm notícias sobre o vazamento de óleo no golfo do México. Em terceiro, sobre o recall de ovos de granja nos EUA.

Nenhuma notícia sobre celebridades aparece no ranking das mais rentáveis.

O índice foi elaborado com base em 15 milhões de notícias de 21 sites norte-americanos, analisados entre os meses de junho e setembro.

Influência da Mídia na Vida das pessoas…

A Influência que as novelas podem ter na vida das pessoas…

Acho que não só a novela, mas a mídia como um todo influencia de mais o modo de pensar, agir, e ser das pessoas.
A meu ver isso pode ser bom, mas pode trazer consequências muito ruins pras pessoas, primeiro porque eu acho, e é fato, que a mídia manipula o modo de ver das pessoas. Pega os fragmentos mais interessantes do que querem mostrar e publicam, fazendo com que as pessoas passem a ver as coisas do modo como querem.
Um exemplo que vi esses dias em um blog (perdão não me recordo qual, e também não o tenho mais em meu histórico para colocar o link), dois jornais, com um mesmo tema na capa. Creio que manifestos políticos entre a polícia e manifestantes. Em um a ilustração da capa era a polícia atirando bombas nos manifestantes, em outro era a polícia ajudando manifestantes feridos. Tudo aconteceu ali, no mesmo dia, mesmo momento. E tudo tem seus dois lados, tem sempre gente querendo fazer o bem, e sempre gente querendo fazer o mal…
Porém a mídia manipula o modo de ver das pessoas mostrando apenas fragmentos da verdade, partes interessantes que promovem seu ponto de vista, e podem ter consequências sérias, causar polêmicas talvez nem existentes, estragar a reputação de uma pessoa sem nem saber ao certo o que se passou… (Não sei se lembram, o caso do colégio aqui de São Paulo, onde uma criança disse que o professor tinha Molestado-a. Quando na verdade a criança nem sabia o significado da palavra molestar. Mas a mídia caiu em cima, sem nem saber a verdade, criticando, julgando. Resultado. O colégio faliu, o professor pelo que me parece entrou em depressão e não arrumou mais empregos, e a vida dessas pessoas caiu em perfeita desordem, tudo por um mal entendido).

Queria viver em um lugar onde a verdade fosse mostrada nua e crua, pra que cada um tirasse suas próprias conclusões sobre determinado assunto, mas como já aprendi na faculdade, é impossível ser imparcial no que você diz, você sempre está defendendo seu ponto de vista, mas sempre haverão muitos outros modos de ver uma mesma situação.

O que fazermos então?
Puts… Pra falar a verdade, acho que NADA!
Se ligarmos a tv, lermos jornais e revistas, ouvirmos rádios, lermos artigos científicos, vermos fotos de paisagens ou locais, enfim, tudo… Tudo sempre estará manipulado (mesmo que inconscientemente) pra que a gente veja o mundo a partir da visão de outra pessoa.
Cabe a nós, esperarmos, e tentarmos a sorte de sermos informados por meio de formadores de opinião que consigam mostrar as coisas de modo a não pender só para um lado…

Acho que é isso… e me desculpe se não consegui ser imparcial nesse post.

Posted in 1 on Julho 1, 2009 by Cibelle, no Pipoca virtual.

SEJA PURO: SEXO SEGURO NUNCA ESTÁ ERRADO

Criada pela JWT, a campanha estréia no Dia Mundial do Combate à AIDS, com nova identidade visual e posicionamento para o GAPA/BS, Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS da Baixada Santista.
Com o conceito: “Seja Puro. Sexo seguro nunca está errado”, a instituição filantrópica quer aproveitar o momento oportuno para divulgar uma mensagem de advertência e conscientização sobre os números e riscos da AIDS. De forma leve e divertida, a campanha propõe o resgate da pureza das pessoas, deixando claro que o arquétipo de pureza mudou nas últimas décadas. Se por um lado, antigamente, puro era manter-se virgem. Hoje, justo seria dizer que puro é manter-se sadio, usando preservativo sempre.
A campanha conta ainda com o apoio de diversos ilustradores de duas agências de artistas: a Bernstein&Andriulli, de NY, e a Möve, de SP. Ao todo 11 artistas renomados (veja a lista completa abaixo) do mundo inteiro participam gratuitamente do projeto, com artes criadas para uma linha de camisetas assinadas pelos artistas e para cinco peças de mídia impressa que integram a campanha. As peças expõem o estilo e opinião própria dos artistas que pensaram cada qual a sua maneira, em situações com uma tensão sexual no ar, mas ilustraram seus personagens coroados por auréolas de camisinha, lembrando o público que para ser puro basta se proteger.

O esforço de mídia ainda conta com ações de internet, rádio, guerrilha e peças para ativação local que devem acontecer durante o período do verão. Além de três filmes produzidos em animação (parceria com a Digital 21 e a produtora de som Loop Reclame) com inserção bonificada na TV TRIBUNA de Santos, filiada da Rede Globo, desde dezembro até depois do carnaval.

Assista o primeiro filme da campanha aqui: http://www.youtube.com/watch?v=m1JMcunbtFA

Promoção em concessionária da Flórida: um rifle por uma caminhonete

WASHINGTON (AFP) - Uma concessionária de caminhonetes da Flórida, região sudeste dos Estados Unidos, triplicou suas vendas com uma promoção inusitada: um rifle AK-47 na compra de um veículo.

"Começamos na quarta-feira (11 de novembro), Dia dos Veteranos de Guerra. E em quatro dias triplicamos as vendas", afirmou Nick Ginetta, gerente de vendas da Nation Trucks, em Sandford.

A loja oferece na compra de uma caminhonete um bônus para a aquisição de um fuzil de assalto semiautomático Kalashnikov em uma loja de armas próxima.

"Queria fazer barulho, criar polêmica e que falassem de mim. Isto é publicidade. No entanto, não esperava este sucesso", declarou Ginetta, um ex-combatente que defende o direito ao porte de armas.

"Minha clientela é composta por atletas, caçadores, pescadores. Se eu vendesse Hyundai, não teria feito este tipo de promoção", explicou, em referência aos carros da montadora sul-coreana.

Em quatro dias a concessionária entregou 21 cupons para AK-47. A ideia é manter a promoção até o fim do mês, quando o estoque de 100 rifles deve chegar ao fim.

"Ninguém é obrigado a ter esta arma, pode pedir outra coisa", destacou Ginetta, antes de explicar que os interessados devem cumprir com os respectivos controles de antecedentes penais.

A campanha provoca piadas entre os funcionários da loja.

"Chefe, na linha 1, Bin Laden quer comprar uma caminhonete", brincam os vendedores.

LG Electronics revela primeiras 3D HDTVs LCD e LED para aplicações comerciais

Novos produtos direcionados para setores ansiosos por tecnologias avançadas e configurações com economia de energia

NOVA YORK, 16 de novembro de 2010 /PRNewswire/ -- A LG Electronics, importante provedora de tecnologias HDTV de tela plana para os setores de hospedagem e hospitalidade, lança as primeiras HDTVs de LCD Full HD 3D e de LED comerciais esta semana na 2010 International Hotel/Motel and Restaurant Show (estande n° 2105).

Com a expectativa de que envios para todo o mundo das TVs 3D aumentem para 78,1 milhões de unidades até 2011 e a expansão da disponibilidade de conteúdo em 3D dos filmes para jogos e para a publicidade digital, 3D é uma tecnologia com força para pegar, não apenas uma tendência passageira. A LCD 3D (modelo LD950C) é a primeira HDTV LCD 3D da LG para propriedades de hospitalidade e oferece uma experiência verdadeiramente cinemática fora dos cinemas e no ambiente luxuoso do hotel.

Para visualizar o release completo, acesse: http://www.prnewswire.com/news-releases/lg-electronics-unveils-its-first-3d-lcd-hdtvs-led-hdtvs-for-commercial-applications-108140929.html

FONTE: LG Electronics USA, Inc.

LG Electronics USA, Inc.