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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mari Fabretti: marketing em redes sociais !!!






Quais os objetivos do marketing em redes sociais?
As mídias sociais como o Facebook e o Twitter avançam em ritmo acelerado e atraem um número crescente de usuários. Com isso, as empresas passam, cada vez mais a aderir a essas plataformas para divulgarem e se comunicarem com seu público. A pergunta, agora, não é mais se vão ou não aderir a esses canais, mas sim como elas podem medir o retorno de suas ações.


Os objetivos mais comuns das empresas são gerar conversações em torno de um produto ou serviço, melhorar a percepção da marca, aumentar o tráfego do site e conhecer melhor seus consumidores.


Portanto, uma campanha em redes sociais deve ser desenvolvido de forma a atingir esses resultados: mais comentários no blog, mais retweets ou seguidores no Twitter, fãs no Facebook ou amigos no Orkut.


Com objetivos e conceitos claros, fica mais fácil medir se os objetivos serão alcançados.


Um beijo Mari



Mari Fabreti: PAUSA PARA LEITURA !



Às vezes, a marca não precisa de muita coisa para gerar simpatia no público. Basta que a idéia seja pertinente ao contexto para conquistar potenciais consumidores. É o caso da televisão interativa RomTelecom.

A Graffiti BBDO da Romênia escolheu o maior diferencial do aparelho para a ação, que é a possibilidade de pausar os filmes e voltá-los a assistir quando quiser. Para comunicar esta vantagem, a agência colocou em vários livros, principalmente os que falavam sobre cinema, marcadores de páginas com layout que lembrava uma película e o texto “assista a um filme como você lê um livro”. E a associação vem naturalmente do leitor.

Uma mídia simples, barata e útil ao público-alvo. Tudo o que um anunciante deseja.

MARI FABRETTI: COMO ENLOUQUECER UM PUBLICITÁRIO

COMO ENLOUQUECER UM PUBLICITÁRIO

1. “Meu sobrinho faz este trabalho melhor que você”


Seja para criar uma logomarca ou um anúncio, as chances de ouvir algo parecido é muito grande. Afinal, qualquer um que mexe no Corel Draw vira automaticamente um Diretor de Arte e/ou Designer, não é?


2. Definir por conta própria quais programas o comercial vai passar


A mãe adora a Hebe, o filho curte TV Globinho, a esposa é vidrada no Hoje em Dia, a filha em Malhação e o irmão curte o CQC. Para agradar todo mundo em casa, o cliente pede para o comercial passar em todos esses lugares, mesmo que a campanha seja sobre peças de automóveis. Para que contar com o bom senso do Mídia se ele tem bom gosto, não é mesmo?


3. Mandar a idéia para a agência produzir


Dizem que de médico e louco todo mundo tem um pouco. Acrescente neste ditado a classe publicitária. Se até as próprias mães dos criativos gostam de sugerir idéias, imagine o cliente. Através do atendimento, ele já mostra para a agência como serão os títulos, roteiros e layouts da campanha. Afinal, ele está pagando e quer mostrar o seu talento para o público.


4. Usar materiais amadores


A tecnologia cada vez oferece para simples mortais aparelhos cada vez mais poderosos. Para que pagar um fotógrafo profissional se uma digital de 10 MP já resolve a situação, não é mesmo? Qualidade é nada, imagem é tudo. Pelo menos para quem usa esses aparelhos para produzir a campanha.


5. Usar modelos amadores


Seguindo a linha do tópico anterior, para que pagar modelos profissionais se a filha do cliente sonha com um papel na TV e vê o comercial do papai como uma porta para o seu sonho ser realizado? E o produto entra na história como um mero coadjuvante.


6. Aumentar a logomarca


Isso já aconteceu com onze entre dez agências. Todo o material está 99% aprovado, se não fosse o pequeno detalhe que a logo deve ser aumentada, ser o destaque do anúncio.


Muito boa, cometem !!!


Um beijo


Mari


MARI FABRETTI: MAIS UMA DE MARKETING DE GUERRILHA


Se você é apaixonado por carros e de repente encontrasse um poste cheio de miniaturas de um Audi, o que você faria? Certamente iria pegar um para você.


Baseado nesta idéia, a Lowe Roche do Canadá criou esta ação para a montadora para comunicar que o novo Quattro tem mais aderência ao chão.
ASSISTA NO YOU TUBE:
ADERE MESMO....KKKK

MARI FABRETTI: Concurso para criação de logomarca

Concurso para criação de logomarca

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou concurso que vai selecionar a logomarca dos seus 60 anos, completados em 2011. A ideia é promover e estimular a reflexão sobre a importância da instituição para o desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro.

Interessados podem se inscrever até 30/9. A participação é aberta ao público em geral, sendo permitida a apresentação de mais de um trabalho por participante. O vencedor leva um prêmio de R$ 15 mil.

Para mais informações acesse: http://www.cnpq.br/normas/rn_10_018.htm

Em caso de dúvidas, envie um email para: concurso_marca_60anos_cnpq@cnpq.br

Mari Fabreti: PUBLICIDADE É CREDIBILIDADE

O jogador de golfe, Tiger Woods – Crédito: Reprodução


Hoje o assunto é o discurso da rádio Jovem Pan referente ao caso Tiger Woods, jogador de golfe envolvido em um escândalo na vida pessoal, que acarretou o corte de verbas publicitárias, ou seja, anunciantes não querem a sua imagem ligada à imoralidade ou a falta de valores.


A partir dessa evidência a Jovem Pan, dentro do Jornal da Manhã, “levantou a bandeira” aos anunciantes brasileiros para que sigam o mesmo exemplo, e apliquem a verba publicitária em programas de contéudo.


Parabéns Joven Pan, por essa iniciativa – muitos ouvintes apoiam essa atitude – e hoje o jornalista Fernando Zamith leu vários depoimentos, e não pense você que essa é uma atitude moralista, mas quem trabalha na área sabe, que muitas vezes programas de rádio e TV com conteúdo saem do ar por falta de patrocinadores.


Publicitários e empresários, acordem. Com essa campanha da Jovem Pan, muitos consumidores já estão mais conscientes, e com isto estão de olho onde as marcas investem o seu dinheiro, e aqui vale o antigo ditado popular: “Diga com quem anda e direis quem és”. Em uma analogia podemos dizer: “Senhores publicitários mostrem onde as marcas querem investir sua verba e veremos os valores da empresa em questão”.

sábado, 18 de setembro de 2010

Mari Fabretti: Vai ficar a SAUDADE !!!


Tempo bom e que não volta mais, é assim que considero os 4 anos que passei nessa faculdade, tempo bom, de mudanças, amizades, desentendimentos e entendimentos, grandes mestres, bom enfim vai ficar na lembrança de cada um.


Desejo nessa reta final, calma e sorte para terminarem mais uma fase da VIDA !


Um beijo com carinho pra vc`s !




Mari Fabretti


Mari Fabretti: (Branding Multisensorial)


A publicidade, mesmo em tempos de grandes avanços tecnológicos, continua focada principalmente na visão e também um pouco na audição. Diariamente nos deparamos com muitas logos e também alguns sons característicos de certas marcas, como o toque da Nokia ou o som de iniciação do Windows. No entanto, raramente vemos uma marca com um cheiro, toque ou textura específica.


As empresas estão começando a perceber que explorar os demais sentidos é algo muito rentável, gerando muitos frutos. Afinal, o cheiro não seria o mais penetrante dos sentidos? Podemos fechar os olhos, ou até apertar os ouvidos, mas não temos como deixar de respirar, então o alcance de um branding olfativo é enorme. A Singapore Airlines percebeu isso e desenvolveu uma fragrância especial e exclusiva que eles passaram a borrifar dentro dos aviões e nas salas de esperas VIP da companhia. A fragrância é relaxante e remete a praias, sol e férias.


O toque também é muito importante, é através dele que realmente ‘sentimos’. Projetar algo para que ele tenha uma certa textura, peso e forma ajuda a fazer daquele produto algo único. A Coca-cola já sabia disso quando contratou em 1915 o designer Earl R. Dean para desenvolver uma garrafa especial, que seria única e reconhecível mesmo se estivesse em pedaços.


Essa é a proposta do branding multisensorial. Quanto mais sentidos aquela marca buscar atingir, melhor será seu branding e mais única e reconhecível será a marca.


Essas informações foram retiradas do livro Brand Sense de Martin Lindstrom.

Um beijo a todos

Mari Fabretti

Mari Fabretti: Novidades no marketing digital (Pay with a Tweet?)


Conhecem o Pay with a Tweet? É uma nova forma de se vender e comprar um produto. A novidade toma carona no marketing digital e no uso das redes sociais.


Funciona da seguinte forma: um usuário vê, por exemplo, um livro que quer comprar, cujo autor disponibilizou através do mecanismo ‘Pay with a Tweet’ ou pague com um tweet. O consumidor então clica no botão de compra, que gera um tweet automático do tipo “comprei o livro X, do autor Y, com um tweet”, e em seguida ele já pode baixar o livro de graça. Assim, o usuário usa sua rede social para divulgar o produto e ganha em troca o mesmo de graça. Isso gera, também, propaganda gratuita para o autor.


Esse serviço é útil em especial para a venda e divulgação de conteúdo criativo: DJs e músicos podem disponibilizar um novo mix ou single, um artista pode divulgar seu portfólio por um tweet e ganhar maior visibilidade, marcas podem expor o vídeo de uma nova campanha em troca de um tweet dando a essa um potencial maior de viralização, um autor pode lançar dessa forma um livro digital, como no exemplo acima, entre outros.


Quem quiser disponibilizar o seu produto para a compra com um tweet deve entrar no site e se cadastrar de graça. É claro que é sempre possível a divulgação de apenas parte do projeto. No exemplo acima, o autor pode escolher vender por um tweet apenas os primeiros capítulos do seu livro, por exemplo, como uma espécie de teaser, ou ‘test-drive’ do produto.


Há outros serviços de venda social sendo criados, como o Raffle Dog, que por enquanto é somente para usuários americanos. O interessado se inscreve numa rifa gratuita (no momento estão rifando uma vale-compras de $100 para a Amazon) e divulga esta pelo Twitter ou Facebook. O sorteio ocorrerá quando X pessoas fizerem um tweet ou um post no seu wall do Facebook divulgando a rifa. Um desses ‘divulgadores’ ganhará o prêmio.


Esses novos empreendimentos podem impulsionar uma onda de vendas sociais, gerando novas oportunidades de negócios que se valem do fator social para a venda produtos e serviços.

Gostaram do informe ?

Um beijo a todos

Mariana Fabretti