Campanhas de marketing viral e relacionamento com público-alvo em redes sociais e sites de comunidades
Através da utilização de produtos e serviços de marketing digital da Web 2.0, as empresas podem difundir marcas e conceitos de maneira inteligente e financeiramente muito mais viável que a publicidade tradicional.
Com os novos conceitos da comunicação online e do marketing em redes sociais e sites comunitários é mais fácil atingir públicos com interesse potencial em determinados assuntos (informações, produtos e serviços), com economia de tempo, dinheiro e esforço.
Não há mais razão para se investir tanto em formatos publicitários que atingem um grande número de pessoas que não estão interessadas naquilo que é o objeto principal da ação. É nesses ambientes colaborativos que surgiram com a Web 2.0 onde as pessoas se "reúnem" em torno de determinados temas e interesses, que os anunciantes podem atingir as pessoas certas, consumidores potenciais que estão de fato buscando aquilo que eles estão oferecendo.
O marketing e a publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que são desenvolvidas através de sites como o Orkut, Twitter, YouTube, Facebook, MySpace, blogs e também em sites de relacionamento específicos de cada segmento, com objetivo de produzir ganhos na promoção da imagem do anunciante e fixação da marca. As pessoas usuárias dessas redes, com o compartilhamento de conteúdos de interesse mútuo, acabam por se tornar o veículo que transmite a mensagem de marketing. A comunicação através de comunidades, redes sociais ou blogs, proporciona maior aproximação com usuários de interesses semelhantes que interagem entre si e formam grupos que compattilharm experiências e opiniões.
A emarket presta um trabalho diferenciado que é planejado e executado conforme a necessidade de cada empresa, seus produtos e serviços e levando, em conta, o perfil do cliente, seus gostos, sites que frequenta, hábitos de navegação.
Através de ações interativas em sites de comunidades, redes sociais e blogs, a emarket fortalece a estratégia publicitária com objetivo de criar e aprimorar relacionamentos com clientes potenciais agregando esforços para o fortalecimento da marca e da imagem da empresa.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Um panorama da mídia alternativa
Por Karina Janz Woitowicz
Coordenadora do GT de História da Mídia Alternativa
Resgatar a trajetória de veículos de comunicação alternativos e construir a memória de produtos midiáticos, personagens e temas relacionados à mídia contra-hegemônica, popular, comunitária e/ou independente. Este é o objetivo assumido por pesquisadores que integram o grupo de trabalho de História da Mídia Alternativa, que completou três anos de existência no V Congresso Nacional de História da Mídia, realizado em São Paulo entre os dias 30 de maio e 2 de junho de 2007.Fizeram parte deste grupo, na última edição do evento, 11 trabalhos de autores de diversas regiões do Brasil: três de São Paulo, três do Paraná, dois do Rio de Janeiro, um do Rio Grande do Sul, um do Piauí e um da Bahia.
Entre os temas abordados, pode-se dizer que a maior parte dos trabalhos busca recuperar a trajetória de veículos voltados a uma lógica de resistência, apresentando uma alternativa às formas tradicionais de produção, circulação e consumo da informação. Assim, histórias de jornais que circularam no período da ditadura militar brasileira, como o carioca O Berro (registrado por Nilo Sérgio Gomes, mestre pela UNIRIO, que atuou no referido jornal) e o Informação do Rio Grande do Sul (trabalhado por Eloísa da Cunha Klein, mestranda da UNISINOS), assim como veículos contra-hegemônicos como o Brasil Agora (estudado por Rozinaldo Antonio Miani, professor Dr. da UEL), foram recuperadas pelos pesquisadores, contribuindo para o registro destas experiências na história da mídia.
Também foram resgatadas experiências com rádios comunitárias, compreendendo as primeiras rádios do Sertão Central do Piauí (analisadas por Orlando Maurício de Carvalho Berti, mestrando da UMESP e professor da URSA/UESPI) e a construção da Rádio Comunitária Nova Geração de Jataizinho/PR (estudada por Eduardo Yuji Yamamoto, mestrando da UNESP).
Os trabalhos também consideraram o mapeamento e a trajetória de veículos de determinados grupos sociais, como a imprensa de imigrantes em São Paulo (investigada na dissertação de Camila Escudero, mestranda da UMESP e professora da UNIFAI), a imprensa homossexual (em resgate histórico realizado por Marcus Antônio Assis Lima, professor Dr. da UESB) e a imprensa feminista (em recorte temático feito por Karina Janz Woitowicz, professora da UEPG).
Os demais trabalhos contribuíram para reflexões teórico-conceituais sobre a mídia alternativa e sua história, levantando características e impasses para uma definição, seja tensionando o caráter anti-empresarial e anti-capitalista da mídia alternativa (conforme destacado pela professora Dra. Maria Lúcia Becker, da UEPG), problematizando diferentes modelos de contra-informação (como discute Henrique Moreira Mazetti, mestrando da UFRJ), ou ainda observando a presença e/ou apagamento desta mídia na história (como faz Célia Regina Amorim, doutoranda da PUC-SP).
Na avaliação do grupo, destacou-se a contribuição dos trabalhos apresentados diante da necessidade e da pertinência de registrar diferentes aspectos em torno da história da mídia alternativa, considerando a sua importância e presença em diferentes momentos históricos e, ao mesmo tempo, o silenciamento da história desta mídia nos registros oficiais.
Também se considerou que as pesquisas trabalham com perspectivas teóricas e metodológicas que se aproximam e dialogam, tanto no que diz respeito ao conceito de mídia alternativa, problematizado nos trabalhos, quanto no modo de valorizar traços que caracterizam estas formas de comunicação. Assim, pode-se dizer que, ao longo de sua atuação, o grupo foi criando uma identidade e estabelecendo um espaço singular de discussão, capaz de motivar e fortalecer o desenvolvimento de estudos com base em um referencial que tem como foco a mídia alternativa.
Fonte: Jornal da Rede Alcar
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