quarta-feira, 1 de junho de 2011

A nova era da comunicação

Blogs, Twitter, YouTube, Smartphones, Facebook, Orkut são algumas das ferramentas que estão mudando a forma de comunicar

Durante anos a comunicação com a sociedade foi papel de grandes jornais, revistas, rádios e emissoras de televisão. Mas o cenário está mudando e até a grande imprensa já sabe do poder de comunicação dos que antes eram apenas espectadores. Agora todos podem fazer notícia, entretenimento e ter o seu minuto de fama.

Com a inclusão tecnológica no Brasil, as pessoas estão cada vez mais conectadas em mídias que são convergentes. Um exemplo: um avião caiu na frente da minha casa. Posso pegar meu celular, filmar, mandar para o YouTube e divulgar o link pelo Twitter. Avanço minutos, ou até horas na frente da imprensa.



A cada dia crescem os acessos à internet, as vendas de computadores, notebooks, netbooks, smartphones e outras tecnologias que permitem aos seus compradores se tornarem membros dessa era do jornalismo comunitário e do entretenimento livre e democrático. Não acredito que o trabalho jornalístico será afetado, até porque a imprensa faz bom uso das informações passadas pelos cidadãos.


Quanto mais conhecem todas as possibilidades de comunicação as pessoas passam a usá-las com mais facilidade no dia a dia. Celulares com câmera, TV digital, acesso a internet abrem portas para uma nova era na forma de comunicar.
Podemos afirmar que com o aumento, e a chegada ao Brasil de uma tecnologia nunca vista antes, a sociedade atual tende a se adaptar e a participar desta forma moderna de como transmitir a informação. Pode ser uma maneira de quebrar o monopólio de grandes veículos e democratizar a informação.


O mundo digital tem se tornado a cada dia a redação de jornal ou o estúdio de TV de muitos, e também o local de busca por pessoas talentosas ainda não descobertas. Mas o importante é ficarmos atentos às informações que surgem na rede e sabermos distinguir o que é útil, o que é entretenimento e o que é ruim.




Postado por: Oficina da Ideia

terça-feira, 31 de maio de 2011

PROPAGANDA X REALIDADE

Veja exemplos onde a propaganda é bem diferente da realidade.


Chocotone Maxi



Cookies Cacau Show


Panetone Frutas Bauducco



Rocambole Pullman






Big Tasty



Lazanha Perdigão


Hot Pocket Sadia



Bolo Pullman





Goiabinha Bauducco







Postado por: Oficina da Ideia



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Apple supera Google e se transforma na marca mundial de maior valor

Postado por Oficina da Ideia

A companhia de Steve Jobs vale hoje US$ 153 bilhões, um valor 859% maior que o contabilizado em 2006.

A Apple superou a Google e se transformou na marca mundial de maior valor, segundo uma análise da Millward Brown, filial da agência de propaganda WPP.

A Apple aumentou o valor de sua marca em 859%, superando os US$ 153 bilhões desde 2006, primeiro ano em que a Millward Brown lançou seu "ranking" de marcas, batizado de BrandZ Top100.

Essa forte revalorização se deve sobretudo ao sucesso do iPad e do iPhone tanto entre o público geral como entre as empresas. O valor de mercado da Apple é de US$ 319,4 bilhões, quase cinco vezes mais que em 2006, frente aos US$ 172,4 bilhões de capitalização do Google.

Os primeiros postos da lista da BrandZ é ocupado por empresas do setor da tecnologia: depois da Apple e Google figuram IBM, Microsoft, AT&T e China Mobile.


Fonte: epocanegocios.globo.com

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Vitrines atraem consumidores e contam a história da marca.

Por Lótus Comunicação.

Para atrair um consumidor é necessário que as lojas contem uma história. Muito mais do que produtos ou serviços, as decisões de compra baseiam-se em emoções humanas. Para o varejista, é imprescindível perceber o que o cliente busca e seduzi-lo com as melhores alternativas. É na vitrine que essa história começa, como destacou Vera Barretto, sócia-diretora da Shopfitting durante o 11º Encontro de Ativação em Varejo no BarraShopping.

Mais do que um meio de comunicação, as vitrines são um veículo de captação de clientes. Principalmente em um shopping, em que você está cercado por outras lojas, é importante conquistar o consumidor através da vitrine, seja por inovação, seja por criatividade.

91% das pessoas ainda mantêm o hábito de sair para olhar vitrines e o varejo deve se aproveitar disso. Destas, 70% escolhem o que comprarão durante os cinco segundos, em média, que levam apreciando as lojas e decidindo se entram ou não. A vitrine é uma conversa mais particular, com menos inibição, para que o consumidor perceba o que encontrará na loja. Mas todo o espaço deve acompanhar o mesmo conceito.




Boas vitrines entendem o que o cliente busca
Ao atrair o consumidor para dentro de uma loja, a vitrine é responsável por efetivar uma boa parte da venda. Por isso, ela deve encantar quem as observa. O espaço é responsável também por criar um clima que valorize os produtos, a proposta da coleção e, até mesmo, causar um impacto que seja coerente com a marca e com o seu público-alvo.

Na hora de montar uma vitrine, a empresa deve entender o que o cliente busca e valoriza. Para isso, é importante definir o perfil deste consumidor. Há quem queira exclusividade, o que pede vitrines que destaquem poucos produtos. Já aqueles que desejam variedade gostam de vitrines que mostrem um volume maior, mas com harmonia. Há ainda quem procure oportunidade. Para este perfil, as vitrines cheias de produtos dão a sensação de que aquela loja tem peças de menor preço.

A novidade é outro elemento importante. É essencial que as lojas mudem constantemente suas vitrines. Em média, o ideal é que a mudança ocorra a cada 15 dias. Se não há transformações na vitrine, os consumidores tendem a achar que também não existem novidades na loja. Também não adianta expor muitos produtos em um mesmo espaço. É necessário criar uma harmonia entre os elementos e conduzir o olhar de quem observa, dando foco a um produto e deixando os outros como secundários.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Jac Motors: enganosidade à chinesa!

Por: Lótus Comunicação

Já que estamos tendo aula de ética esse ano, veja que interessante a matéria abaixo (retirada do site www.tudibao.com.br)

É fato público e notório que os veículos chineses estão “invadindo” os países, inclusive o Brasil. Os erros do passado parecem que foram corrigidos: design de grandes estúdios italianos, grande pacote de tecnologia, garantias extensas, preços convidativos, dentre outros atrativos colocam os automóveis chineses como grande opção para os consumidores brasileiros.
A marca que atualmente se destaca e está na “boca” dos consumidores, sem sombra de dúvidas, é a Jac Motors. A marca, trazida ao Brasil pelo empresário Sérgio Habib, implementa um marketing agressivo tendo como garoto-propaganda nada menos que o Fauto Silva. Além disso, não é raro encontrar publicidade da marca em revistas, sites e jornais especializados ou não em automóveis. Referido marketing está dando retorno, pois, conforme relatos da marca, em 40 (quarenta) dias foram vendidos milhares de carros.

Publicidade da Jac Motors na Internet (site oficial da empresa)
Ocorre que, como já é de costume, “quando a esmola é grande o santo desconfia“. Os consumidores são seduzidos com a oferta de um preço fixo barato e que possui como jargão principal a seguinte frase: “J3, R$37.900,00 e nada mais. Completão” ou “J3 Turin, R$39.900 e nada mais. Completão”. Este jargão está presente em todo o material publicitário da marca, inclusive, nos flyers, estandes de venda, televisão, sites etc.

Flyer da JAc Motors
Todavia, o mesmo atrativo que a marca explora em seus anúncios é o “calcanhar de aquiles” da campanha publicitária. Isto porque, quando se vai à uma concessionária ou estande da marca para adquirir o veículo ou, ao menos, obter informações sobre o mesmo, descobre-se que o valor fixado nos comerciais e defendido “a unhas e dentes” pelo garoto-propaganda Fausto Silva, nada mais é do que um êngodo.
Caso o consumidor opte por um veículo da marca, terá obrigatoriamente que arcar com o pagamento de um frete no valor de R$1.500,00 (hum mil e quinhentos reais), frete este omitido das publicidades, inclusive das famigeradas letrinhas pequenas, já tão usuais nos anúncios de automóveis.

A Jac Motors não se preocupou em colocar o valor do frete, pintura metálica e banco de couro nas "letrinhas".
É óbvio que o frete é cobrado em toda venda de veículos no Brasil, mas TODAS as marcas deixam muito bem claro que há a incidência deste valor no preço final do carro. Ademais, as outras marcas não possuem como mote principal a frase “J3, R$37.900,00 e nada mais. Completão”. O próprio Fausto Silva piora a situação da Jac Motors ao afirmar que “É completão e já vem com tudo, até banco de couro”.




Promessa enganosa da Jac Motors


Ora, para se ter o banco de couro nos veículos da Jac Motors há a necessidade do pagamento do valor de R$900,00 (novecentos reais). O mesmo se diz quanto à pintura metálica, que necessita do pagamento extra de R$700,00 (setecentos reais).
Já discorremos em outros post sobre publicidade enganosa, mas neste caso o que chama a atenção é que a publicidade enganosa é descarada e em rede nacional. Afirma-se que um veículo custa R$37.900,00 e NADA MAIS e, após o consumidor se interessar pelo produto, embute-se preços que não constavam na publicidade.
Alguns podem até afirmar que é justo a cobrança de tais preços, mas ainda mais justo e legal é o consumidor ser informado deles na publicidade. O caso da pintura metálica é igualmente enganoso, pois as cores anunciadas nos flyers, panfletos, sites e televisão são cores metálicas e jamais poderiam ter a cobrança de qualquer valor, pois estão na publicidade como exemplos de cores de carros que o consumidor pode adquirir com a quantia indicada no comercial.
Caso a empresa não teve a assessoria jurídica e publicitária adequada, o que ocorreu sem dúvidas, trata-se de um problema a ser enfrentado por ela e seus assessores, pois foi uma estratégia estabelecida pela própria empresa. Não acreditamos em inocência ou inexperiência da marca, pois o empresário Sérgio Habib é nada menos do que o responsável pela introdução da marca Citroen no mercado brasileiro e, como não se bastasse, ainda é proprietário de uma grande rede de concessionárias daquela marca no Brasil. Dinheiro e experiência para que tais erros não ocorressem ele possui.
Dessa forma, nada mais justo que os consumidores adquiram o veículos sem a incidência do frete, pintura metálica e banco de couro, pois quem fez esta proposta, por meio da publicidade ostesinva, foi a própria Jac Motors e se quer ganhar confiança no mercado brasileiro tem que honrar o que promete, sob pena de piorar a imagem já tão ruim dos produtos chineses!

E aí CONAR, como é que fica?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O presente e o futuro dos jornais para iPad

Por Lótus Comunicação:


Com a máxima “Uma nova época exige um novo jornalismo” usada como slogan, a empresa americana News Corp lançou, em 2 de fevereiro deste ano, o The Daily, primeiro jornal feito exclusivamente para o iPad. O projeto surgiu com o objetivo de combinar a produção tradicional da notícia às capacidades únicas de interatividade do tablet.

O download do aplicativo está disponível na loja online da Apple e custa US$ 0,99 por semana, US$ 39,99 por ano. O conteúdo é variado e vai desde fofocas a política internacional, passando por artes, esportes, clima, horóscopo, aplicativos e games. Em breve, a ideia é disponibilizar o serviço também para outros tablets, como o Galaxy Tab, da Samsung.

O problema é que a empreitada pioneira mostra sinais de fracasso. Mesmo com pedidos da mídia, a News Corp não divulgou, até agora, um número exato de assinantes do serviço. Fontes anônimas revelaram para a revista Forbes que o aplicativo foi baixado 500 mil vezes e que 75 mil pessoas se tornaram usuárias regulares durante as duas primeiras semanas, quando o serviço era gratuito.

Mas esses números não são promissores, já que o jornal gasta US$ 500 mil por semana para a produção de conteúdo e precisaria de cerca de 750 mil assinantes ao ano para recuperar o investimento inicial de US$ 30 milhões, sem contar a cota publicitária.

O jornal não teve tanto sucesso porque, logo nas semanas de teste, os leitores ficaram frustrados com alguns problemas técnicos e pela falta de conteúdo original. O The Daily também deixa a desejar na divulgação: o número de tweets do jornal, por exemplo, não tem sido o suficiente para chamar a atenção de novos assinantes.

Pouco mais de um mês depois do lançamento do The Daily, o Brasil também criou o seu primeiro jornal de conteúdo exclusivo para o tablet da Apple, O Brasil 247, produzido pela Woodwing. O produto recebe o nome por ser um jornal digital 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Apesar de se diferenciar do The Daily por ser gratuito, o 247 tem problemas de periodicidade. O projeto inicial era fornecer até duas edições diárias. De acordo com o site http://macworldbrasil.uol.com.br/, porém, no dia 10 de março só houve uma edição, e nos dias 11 e 14, não havia edições disponíveis para baixar no site de aplicativos da Apple.

Além disso, com o lançamento do Brasil 247, surge também uma nova questão: se nos Estados Unidos, onde o preço do iPad é mais acessível, o público é menor que o esperado, há quem consuma este tipo de produto no Brasil?

O futuro da publicação exclusiva para tablets depende da venda de iPads no país, e de acordo com levantamento da IDC, a Internet Data Center, 100 mil tablets foram vendidos no Brasil em 2010, sendo 90% deles da Apple. Para 2011, a previsão de venda é de 300 mil unidades.

Além disso, Steve Jobs já anunciou a produção de aparelhos de iPad em uma fábrica no Brasil, no interior do estado de São Paulo. Com previsão de investimento de US$ 12 bilhões em cinco anos, a Foxconn, fornecedora da Apple, deve anunciar até o fim deste mês a cidade onde a fábrica será instalada.

A produção deve começar ainda em novembro deste ano e espera-se que isto barateie os custos de produção e o Preço final do produto, aumentando o público interessado em publicações como o Brasil 247.
Entretanto, para agradar o público exigente que aumenta a cada dia, as empresas que produzem conteúdo jornalístico para tablets não deve simplesmente adaptar o conteúdo dos jornais impressos e online. Os jornais de iPad são consumidos por um público mais jovem do que o de um jornal impresso, o que requer uma linguagem diferenciada, textos curtos e recursos multimídia.

O que caracteriza o bom conteúdo para tablet é a exclusividade, a periodicidade, a diagramação própria para o tipo de tela e a utilização dos recursos interativos, que são de longe o grande atrativo dos aparelhos.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Ideal TV e Virou Case.

Por Lótus Comunicação.

A Ideal TV foi um canal de TV por assinatura com 24 horas de programação dedicadas ao profissional brasileiro . Fez sua primeira transmissão no dia 1 de outubro de 2007, às 20h30min. As transmissões foram encerradas na Segunda-feira 20 de Julho de 2009.

Infelizmente, foi-se cedo. Com o slogan: "Entretenimento que gera conhecimento", em sua curta vida, o canal produziu programas únicos. Dentre eles destaca-se o "Virou Case", programa específico sobre o mercado publicitário. Confira abaixo um episódio sobre o Space Fox:


A IdealTV pertencia ao Grupo Abril. Ainda é possível encontrar alguns vídeos na Internet.